O basquete brasileiro se despediu nesta sexta-feira (17) de um de seus maiores ídolos. Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, após uma longa luta contra um câncer no cérebro. Conhecido como “Mão Santa”, ele deixa um legado histórico dentro e fora das quadras.
Segundo informações do portal Terra, o ex-jogador passou mal e foi encaminhado ao Hospital Municipal Santa Ana, em São Paulo, onde recebeu atendimento, mas não resistiu. A família pediu respeito e privacidade neste momento.
LEIA MAIS:
- Morre Manoel Carlos, autor que marcou a teledramaturgia brasileira
- Morre Neném, integrante da Banda Matusa
Considerado uma lenda do esporte, Oscar construiu uma carreira marcante ao longo de 25 temporadas como profissional. Ele se tornou o maior pontuador da história do basquete mundial, com 49.703 pontos, além de ser o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos.
Legado eterno no basquete
Nascido em Natal, Oscar Schmidt conquistou reconhecimento internacional e se tornou referência para gerações de atletas. Mesmo após encerrar a carreira, seguiu como símbolo do basquete brasileiro.
Recentemente, ele havia sido homenageado pelo Comitê Olímpico do Brasil na cerimônia do Hall da Fama. Na ocasião, não pôde comparecer por estar se recuperando de uma cirurgia, sendo representado pelo filho.
Com números impressionantes e uma trajetória única, Oscar deixa uma legião de fãs e um legado que seguirá vivo na história do esporte.
DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!