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Golpe de R$ 19 milhões leva quatro à prisão por venda ilegal de terrenos em SC

Mais de 150 vítimas pagaram até R$ 65 mil por lotes sem registro

Por Gabrielle Rebelo 28/04/2026 - 12:05 Atualizado há 2 horas
Quatro pessoas foram presas em Araranguá com suspeita de envolvimento em esquema ilegal de vendas de terrenos I Foto: Arquivo/4oito
Quatro pessoas foram presas em Araranguá com suspeita de envolvimento em esquema ilegal de vendas de terrenos I Foto: Arquivo/4oito

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Quatro pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (28) por envolvimento na venda ilegal de terrenos do loteamento conhecido como “Residencial Ana I”, em Araranguá. Esta já é a quarta condenação de integrantes do grupo.

De acordo com a ação penal, entre os acusados estão sócios de uma empresa imobiliária, o proprietário da área e corretores que venderam diversos lotes sem a aprovação do projeto junto ao município e sem o devido registro no cartório de registro de imóveis.

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Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), considerando os oito loteamentos investigados, o prejuízo estimado chega a R$ 19 milhões, atingindo mais de 150 vítimas.

Quatro pessoas são presas em Araranguá após envolvimento em venda ilegal de terrenos I Foto: Arquivo/4oito

Empreendimentos afetados e prejuizos 

Durante o processo, as vítimas relataram pagamentos que variavam entre R$ 40 mil e R$ 65 mil, muitas vezes sem receber a posse do imóvel ou a regularização prometida, o que ampliou ainda mais os prejuízos ao longo das negociações.

Entre os empreendimentos citados nas denúncias estão:

  • Residencial Paris (condenação obtida)
  • Residencial São Paulo (condenação obtida)
  • Residencial Barcelona (condenação obtida)
  • Residencial Madrid
  • Residencial Lisboa
  • Residencial Ana I (condenação obtida)
  • Residencial Ana II
  • Residencial Santa Otília

O caso não é isolado. O Ministério Público ainda aguarda o julgamento de outras quatro ações penais semelhantes em Araranguá, envolvendo dois dos réus.

Dois dos reús ja tinham envolvimento com vendas ilegais de terrenos I Foto: Arquivo/4oito 

Outras condenações 

Na primeira condenação, referente ao Residencial Paris, os dois principais acusados receberam penas de 63 anos de prisão e 21 anos e 9 meses de reclusão, ambos em regime inicial fechado.

Na segunda condenação, ligada ao Residencial São Paulo, os sócios foram condenados a penas que variam de 2 anos a 4 anos e 4 meses.

Já no terceiro processo, o sócio-administrador da empresa foi condenado a 7 anos de reclusão em regime inicial semiaberto. A sócia responsável técnica recebeu pena de 2 anos e 4 meses em regime aberto, enquanto um corretor foi condenado a 1 ano e 2 meses de reclusão por participação na venda de lotes não registrados.

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