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“Dificuldade cada vez maior”, diz representante dos caminhoneiros

Entre as reivindicações apontadas está o cumprimento da tabela do frete
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 26/10/2021 - 18:21Atualizado em 26/10/2021 - 18:49
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

O presidente da Federação dos Caminhoneiros Autônomos e Transportadores Rodoviários Autônomos de Santa Catarina (Fecam/SC), Francisco Biazotto, destacou em entrevista ao programa Ponto Final da Rádio Som Maior, as dificuldades enfrentadas pelos profissionais. 

Entre os problemas, está o alto preço do combustível e o valor do frete estabilizado. “Está cada vez mais difícil trabalhar. Caminhoneiros parados não têm, mas muitos estão atuando muito pouco”, fala.

Biazotto relatou sobre a possível paralisação da categoria. “Está confusa a situação, uma parte quer e a outra não quer parar, mas esta intenção não partiu da gente e nem da nossa confederação. A paralisação pode acontecer a qualquer momento como ocorreu em 2018”, revela.

Entre as reivindicações apontadas por ele está o cumprimento da tabela do frete. “Que fosse cumprida a tabela do frete mínimo que foi ganho por lei na greve de 2018, com aqueles valores nós conseguimos trabalhar, mas como não está sendo cumprida, cada um paga o frete como quer”, pontua.