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Criciúma está entre as cidades mais seguras do Brasil

Município ocupa a quarta posição em Santa Catarina e a 16ª no país conforme o Atlas da Violência 2024

Redação Criciúma, SC, 07/07/2024 - 13:03
Foto: Arquivo/Decom
Foto: Arquivo/Decom

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Criciúma é a 16º cidade mais segura do Brasil, entre os municípios com mais de 100 mil habitantes, no que diz respeito a crimes violentos. O município ocupa, ainda, a quarta posição em Santa Catarina, sendo uma das cidades menos violentas do estado.

Os dados foram publicados no Atlas da Violência 2024, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e calculados com base na população registrada no Censo Demográfico de 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os resultados positivos são frutos de um conjunto de fatores, que incluem os investimentos realizados pela prefeitura, a atuação policial eficiente, a colaboração da comunidade, entre outros.

"Este reconhecimento é fruto de um trabalho árduo e contínuo em diversas frentes, de diversos órgãos. Nosso Centro de Controle e Operações (CCO) e a instalação de luminárias de LED nas ruas da cidade são alguns dos exemplos desse esforço da Administração Municipal. Junto com as forças de segurança, que realizam um trabalho eficiente e contínuo, elevamos a qualidade de vida dos mais de 240 mil criciumenses, gerando a redução da criminalidade e tornando Criciúma uma das cidades mais seguras do Brasil", ressaltou o prefeito Clésio Salvaro.

Segundo a pesquisa, Criciúma obteve taxa de homicídio de 6,1, sendo que a média para municípios com população entre 100 mil e 500 mil habitantes é de 26,2 homicídios estimados por 100 mil habitantes, com mínima de 2,2. No cenário nacional, Santa Catarina é o único estado com a taxa abaixo de dez, representando, assim, a inexistência de municípios violentos.

"Estamos muito abaixo da média nacional, o que significa que nossas ações de combate a criminalidade e a eficiência na segurança tem surtido efeitos positivos, beneficiando, principalmente, as pessoas", completou Salvaro.

Para a contagem da taxa de homicídios, o instituto adotou uma estimativa que equivale a soma dos casos registrados mais os homicídios ocultos. Os registros são provenientes do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde (MS), que correspondem aos óbitos causados por agressões e intervenções legais, segundo a décima Classificação Internacional de Doenças (CID-10), da Organização Mundial da Saúde (OMS). Já os homicídios ocultos são os óbitos classificados no SIM como mortes violentas, com causa indeterminada, mas que seriam homicídios.

CCO de Criciúma

Inaugurado em julho de 2023 na sede da Defesa Civil, no Morro Cechinel, o CCO é uma unidade interna equipada com 18 telas de 65 polegadas, que monitoram 264 câmeras instaladas nos arredores das mais de 60 escolas da rede municipal de ensino de Criciúma. O sistema monitora, em tempo real, e tem o objetivo de fornecer suporte em diversas situações de risco.

Além disso, as escolas municipais contam com o dispositivo de emergência, instrumento implantado para garantir um atendimento eficaz e ágil em situações de risco. O serviço faz parte do Plano Municipal de Segurança Escolar, que visa prevenir incidentes como furtos, vandalismos e atos de violência.

Projeto Luminotécnico

A Administração Municipal deu início a instalação de luminárias de LED nos 35 mil pontos da rede de iluminação pública de Criciúma. O Projeto Luminotécnico consiste na substituição de lâmpadas a vapor de sódio por luminárias de LED, proporcionando mais conforto aos moradores. Além de serem econômicas, as luminárias de LED geram segurança, deixando as ruas da cidade mais iluminadas.

A iniciativa faz parte do programa Criciúma Sustentável, lançado em dezembro de 2023, que destina mais de R$ 40 milhões para iniciativas voltadas ao desenvolvimento tecnológico e consciente em Criciúma.

Sobre o Atlas da Violência

Anualmente, o Atlas da Violência, do Ipea, lança um relatório atualizando os dados de violência no Brasil. O trabalho é feito em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). A pesquisa busca retratar a violência no Brasil, principalmente, a partir dos dados do SIM e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde (MS). São informações sobre homicídios analisadas à luz da perspectiva de gênero, raça, faixa etária, entre outros.

Confira o ranking das cidades mais seguras de Santa Catarina com mais de 100 mil habitantes:

1° lugar: Jaraguá do Sul - Taxa de homicídio de 2,2

2° lugar: Tubarão - Taxa de homicídio de 3,6

3° lugar: Brusque - Taxa de homicídio de 4,2

4° lugar: Criciúma - Taxa de homicídio de 6,1

5° lugar: Lages - Taxa de homicídio de 6,7

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Colaboração: Eduarda Salazar

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