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CPI do caso Orelha fica a uma assinatura de avançar na Alesc

Com 13 assinaturas confirmadas, comissão pretende analisar provas, procedimentos e a condução do inquérito

Por Maryele Cardoso Criciúma, SC, 08/06/2026 - 15:09 Atualizado há 2 minutos
objetivo é analisar pontos da investigação que continuam gerando questionamentos e repercussão pública I Foto: Arquivo/4oito
objetivo é analisar pontos da investigação que continuam gerando questionamentos e repercussão pública I Foto: Arquivo/4oito

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A investigação da morte do cão comunitário Orelha pode voltar ao centro dos debates na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). A proposta de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), apresentada pelo deputado estadual Mário Motta, está a apenas uma assinatura de alcançar o número mínimo necessário para ser protocolada.

Para que a CPI seja instalada, são necessárias 14 assinaturas de parlamentares. Até o momento, 13 deputados já manifestaram apoio ao requerimento.

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proposta busca esclarecer dúvidas sobre a condução da investigação, acesso às provas e procedimentos adotados durante a apuração do caso I Foto: Divulgação/4oito

Pedido surgiu após arquivamento

A iniciativa foi apresentada depois que o Ministério Público de Santa Catarina solicitou o arquivamento do inquérito policial que apurava a morte do animal. O deputado argumenta que ainda existem dúvidas sobre a condução da investigação e defende que alguns pontos precisam ser melhor esclarecidos.

Entre os aspectos que motivam o pedido estão questionamentos relacionados à cronologia dos fatos, ao acesso às provas produzidas durante a apuração e à transparência dos procedimentos adotados pelos órgãos responsáveis.

“Nosso objetivo nunca foi apontar culpados previamente, mas garantir que todos os questionamentos levantados ao longo desse processo sejam respondidos de forma transparente. A sociedade catarinense merece ter acesso à verdade dos fatos”, afirma Mário Motta.

O que pode ser analisado

Se a comissão for instalada, os parlamentares poderão solicitar documentos, ouvir testemunhas e autoridades envolvidas no caso, além de revisar informações que geraram dúvidas e ampla repercussão pública.

Também poderão ser analisados depoimentos, laudos periciais, imagens de câmeras de segurança e os procedimentos adotados durante a condução do inquérito.

Quem já assinou

Até o momento, assinaram o requerimento os deputados:

  • Mário Motta (PSD)
  • Napoleão Bernardes (PSD)
  • Nilso Berlanda (PSD)
  • Marcius Machado (PL)
  • Luciane Carminatti (PT)
  • Marquito (PSOL)
  • Pedro Baldissera (PT)
  • Neodi Saretta (PT)
  • Rodrigo Minotto (PDT)
  • Serginho Guimarães (União Brasil)
  • Altair Silva (PP)
  • Fabiano da Luz (PT)
  • Volnei Weber (MDB)

Com apenas uma assinatura restante, a proposta está próxima de atingir o número necessário para avançar na Assembleia Legislativa.

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