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Max Everson
Por Max Everson 02/10/2017 - 10:57Atualizado em 02/10/2017 - 11:02

“Intimidade Entre Estranhos” é o terceiro álbum do cantor brasileiro Roberto Frejat, lançado em 2008 pela Warner Music Brasil.

Dando continuidade na carreira individual de Roberto Frejat, as composições das canções do álbum são do primeiro grupo de novas composições do artista desde 2003.

As canções são sobre os romances na vida urbana. Roberto Frejat afirma que o álbum consegue refletir bem a sua percepção do mundo no momento do lançamento do álbum.

“    Acho que o disco consegue refletir muito bem a minha percepção do mundo como cantor, compositor e guitarrista neste momento.    ”
— Roberto Frejat.


As canções foram escritas com Zé Ramalho em “Tua Laçada”, com Zeca Baleiro em “Nada Além”, com Paulo Ricardo em “Controle remoto”, com Flávio Oliveira em “Eu Só Queria Entender”, com Gustavo Black Alien em “Eu Não Quero Brigar Mais Não”, com Leoni em “Intimidade entre estranhos”, com Alvin L em “Fragmento”, com Maurício Barros e Bruno Levinson em “Tudo de Bom”, com Mauro Santa Cecilia e Maurício Barros em “Dois Lados”, com Ezequiel Neves em “O Céu Não Acaba”, uma canção feita para a peça “Rei dos Escombros”, e com Martha Medeiros “Farol”.

Das antigas até as mais fresquinhas, Frejat faz parte da programação Som Maior No Ar e Vozes do Brasil!

Max Everson
Por Max Everson 02/10/2017 - 10:55Atualizado em 02/10/2017 - 10:57

 

Vanessa da Mata apresenta seu mais novo projeto “Caixinha de Música”. Gravado no Teatro Natura em SP, o projeto é o segundo DVD de sua carreira e traz um novo conceito musical para a cantora, no qual ela traz interferências da música eletrônica incorporando ao som orgânico de um trio de músicos. O projeto contará com 4 músicas inéditas e mais de 20 grandes sucessos da cantora, como “Amado” e “Não Me Deixe Só”, além da bônus track “Gente Feliz (Sinceridade)” com participação da banda BaianaSystem.
Com 15 anos de carreira e sete álbuns lançados, Vanessa da Mata é uma das vozes mais prestigiadas da música brasileira e coleciona certificados, entre eles 6 discos de platina, 2 discos de ouro e 1 DVD de ouro, além de vários prêmios como: Grammy Latino com o CD “Sim” na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro e, em 2011, o título de melhor cantora no 22º Prêmio da Música Brasileira.

Vanessa Da Mata é figurinha carimbada em nossa programação na Som Maior Fm 100,7

Max Everson
Por Max Everson 02/10/2017 - 10:52Atualizado em 02/10/2017 - 10:55


Silva canta Marisa, projeto que ampliou o público e a visibilidade do cantor e compositor capixaba Silva ao virar disco em 2016 e show que vem percorrendo o Brasil no último ano, ganha desdobramento em gravação ao vivo. O DVD somente será lançado em dezembro, através de parceria do selo slap com o Canal Brasil. Mas o álbum com o áudio da gravação ao vivo realizada em junho deste ano de 2017, em apresentação do show na cidade de São Paulo (SP), já poderá ser ouvido nas plataformas digitais a partir de 13 de outubro.
O primeiro single de Silva canta Marisa ao vivo já chegou nas plataformas. Trata-se da gravação ao vivo de Amor I love you, parceria de Marisa Monte com Carlinhos Brown que se tornou uma das músicas mais populares do repertório autoral da cantora carioca desde que foi lançada no álbum Memórias, crônicas e declarações de amor (2000). O coro do público na gravação ao vivo de Silva reitera o poder de sedução popular dessa canção.

E Silva com certeza faz parte da programação Som Maior No Ar e Vozes do Brasil.
 

Max Everson
Por Max Everson 02/10/2017 - 10:49Atualizado em 02/10/2017 - 10:52

Balada que versa na letra sobre desilusão e resignação amorosa, Com mais ninguém segue caminhos melódicos que reiteram a assinatura pessoal de Djavan como compositor. Trata-se da primeira música inédita de Djavan desde o lançamento do álbum Vidas pra contar (2015).
Cabe lembrar que a primeira gravação do cantor foi feita em 1973 para uma trilha sonora de novela da TV Globo. No caso, a trilha de Os ossos do Barão, composta por Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle. Djavan canta a música Qual é? em gravação que abre o disco com a trilha sonora da trama exibida às 22h entre 1973 e 1974.

Djavan – Com Mais Ninguém faz parte da programação Som Maior No Ar e Vozes do Brasil!

Max Everson
Por Max Everson 29/09/2017 - 14:37Atualizado em 29/09/2017 - 14:43

 

O Iron Maiden e a Warner Music anunciaram o lançamento, para o dia 17 de novembro, de "The Book of Souls: Live Chapter", o registro ao vivo da The Book Of Souls World Tour. O álbum ao vivo trará 15 músicas gravadas na turnê, que passou por 39 países em seis continentes entre 2016 e 2017 e foi vista por mais de dois milhões de fãs. 'The Book Of Souls: Live Chapter' será lançado fisicamente em CD e Vinil de Luxo, com o filme dos shows disponível para streaming gratuitamente online ou como download digital - detalhes completos abaixo.

Produzido por Tony Newton e Steve Harris, o álbum é baseado no setlist de 2017 e é um registro fiel do épico show do Iron Maiden, incluindo seis músicas de 'The Book Of Souls', o álbum de estúdio mais recente da banda, juntamente com diversos outros clássicos e músicas favoritas dos fãs.

Steve comentou: "Nós dedicamos muito tempo trabalhando nisso, pois queria que fosse muito próximo da experiência do Maiden ao vivo e poder representar nossos fãs de diferentes partes do mundo. Isso significava literalmente ouvir horas e horas de fitas de cada show, selecionar material e construir um som que funcionasse de forma consistente em todo o álbum e captar a emoção de um novo país como El Salvador junto com outros favoritos tão regulares como Donington ou Wacken ".

O empresário do Maiden, Rod Smallwood, acrescenta: "The Book Of Souls World Tour" foi uma grande empreitada, principalmente para Bruce, que começou a turnê cantando ao vivo pela primeira vez desde a recuperação de seu câncer de garganta. Ele também pilotou Ed Force One, atualizado no ano passado, de um Boeing 757 para um 747 para que pudéssemos ir cada vez mais rápido para algumas cidades fantásticas e fãs em todo o mundo. Este ano, continuamos a emoção indo aos nossos passeios norte-americanos e do Reino Unido mais bem sucedidos. Foi uma tour muito especial, de muitas maneiras, então nós sentimos que queríamos documentá-la para nós e para os nossos fãs. Steve fez um trabalho incrível juntando esse conjunto de cidades ao redor do mundo e nós nos certificamos de que o CD de luxo estará disponível em um formato de livro correspondente ao lançamento de "The Book Of Souls".

"Além de tudo isso, o lançamento será celebrado por um evento em que o Maiden será pioneiro: uma estréia gratuita de transmissão ao vivo do vídeo de concerto, como um agradecimento a nossos fãs leais em todo o mundo. Esperamos que a comunidade global dos fãs do Iron Maiden, possam se juntar para assistir este evento especial on-line. Muitos de vocês estarão nele, pois há imagens de uma série de lugares que tocamos nesta turnê".

Mais detalhes sobre como participar deste evento único serão publicados em IronMaiden.com em breve.

O álbum ao vivo irá replicar os formatos originais de 'The Book Of Souls' e será lançado como um livro de capa dura em edição limitada, um álbum regular duplo, um LP em vinil triplo (preto) e download digital em áudio de alta resolução (48khz / 24 bit), incluindo a masterização para a versão iTunes (MFiT). Um download digital do vídeo do concerto também estará disponível para comprar após sua estréia online gratuita. 

A lista completa de faixas e as cidades em que foram gravados, é a seguinte:

If Eternity Should Fail – Sydney, Australia
Speed of Light - Cape Town, South Africa
Wrathchild – Dublin, Ireland
Children of the Damned – Montreal, Canada
Death or Glory – Wroclaw, Poland
The Red and the Black – Tokyo, Japan
The Trooper - San Salvador, El Salvador
Powerslave – Trieste, Italy
The Great Unknown – Newcastle, UK
The Book of Souls – Donington, UK
Fear of the Dark – Fortaleza, Brazil
Iron Maiden - Buenos Aires, Argentina
The Number of the Beast – Wacken, Germany
Blood Brothers – Donington, UK
Wasted Years - Rio de Janeiro, Brazil

Max Everson
Por Max Everson 29/09/2017 - 11:42Atualizado em 29/09/2017 - 11:46

Marcelo Nova lança biografia em forma de entrevista e critica livros sobre rockeiros: 'Qualquer imbecil pode ter uma overdose'
Intitulado 'O Galope do Tempo', livro já chegou às livrarias de todo o país e a entrevista foi conduzida pelo jornalista André Barcinski.

No último dia 18 de setembro, o cantor e compositor baiano Marcelo Nova, fundador e vocalista da banda Camisa de Vênus e dono de uma extensa e sólida carreira solo, pegou os fãs de surpresa ao anunciar o lançamento de um livro.

A publicação é uma espécie de biografia em formato de entrevista, previsto para chegar às livrarias nesta quinta-feira (28), e que tem o mesmo título de um dos discos solo mais emblemáticos dele: "O Galope do Tempo".

No livro, que possui 264 páginas, sob condução do jornalista André Barcinski, Marcelo trata, dentre outro temas, de histórias da própria vida, percepções sobre música, carreira, família, cinema, Brasil, carnaval, drogas, tatuagens, Bob Dylan, Raul Seixas, entre outros temas.

O G1 fez uma entrevista com o artista, que contou sobre a ideia do livro, como ele foi produzido e como ele quis se afastar ao máximo da fórmula das biografias de astros do rock. "Biografia de rockeiro é das coisas mais enfandonhas e previsíveis que possam vir a existir".

vamos a entrevista:

O anúncio do lançamento do livro pegou os fãs de surpresa. Há quanto tempo ele vinha sendo preparado?

Marcelo Nova - Na verdade, eu já conheço o André há bastante tempo, e ele sempre falava nessa possibilidade de lançar um livro, e eu sempre saía pela tangente. Mas há uns quatro anos, eu fui ao programa do Zé do Caixão, que era dirigido por ele. Fui conversar com Zé e aí voltamos a falar do livro, e aí ele falou: "Vou te ligar para nós começarmos a conversar. Já tem mais de 5 anos que isso está adiado”. E assim foi. Ele me ligou e não parou mais de me ligar. Muito da existência desse livro deve-se à insistência de Barcinski em me ligar. Foram quase quatro anos de conversas.

O livro não é uma biografia tradicional, mas uma grande entrevista em que você fala sobre diversos assuntos. Como se dá a narrativa? Os assuntos foram elencados em ordem cronológica?

Marcelo Nova - Mais ou menos cronológica. Até porque quando chega no trabalho, achei que seria necessária essa ordem, porque vou falar sobre o primeiro álbum do Camisa, e depois dos meus álbuns solo. Então me pareceu que fazia mais sentido, até porque consegui perceber que, com o passar do tempo, mais elementos foram sendo acrescentados à minha carreira, à minha vida, ao meu trabalho. Achei que essa sequência cronológica faria sentido.

O livro traz fotografias também?

Marcelo Nova - Tem poucas fotografias. Uma dúzia talvez.

Como se deu essa parceria com o Barcinski? Ele fez as entrevistas, mas como foi o processo de edição, de escolher o que entraria ou que ficaria de fora do livro?

Marcelo Nova - Ele escolheu. Eu achei que não me cabia. Eu já edito a minha própria obra. Já tenho essa preocupação, e às vezes fico obcecado por essa ideia de querer sempre um resultado melhor. No caso do livro, como ele é um jornalista dos melhores que conheço aqui no Brasil, deixei a edição por conta dele, e assim foi.

Eu só tinha dito a ele que fizesse diferente [da maioria das biografias], porque eu não aguento mais, não tenho mais paciência para biografia de rockeiro. É das coisas mais enfadonhas e previsíveis que possam vir a existir (risos).

E é um dos gêneros literários que vem tomando as livrarias...

Marcelo Nova - Essa coisa de ter uma overdose no banheiro... Qualquer imbecil pode ter uma overdose no banheiro. Eu não fui abusado na infância, meu pai nunca espancou minha mãe.
Outro dia, como eu passei ao largo de toda essa enxurrada de biografia de rockeiro, resolvi comprar a de Pete Townshend [guitarrista e compositor da banda The Who], porque gosto muito do “Quadrophenia” [um dos discos mais emblemáticos da banda]. Foi um álbum muito importante na minha vida.
Se Dylan foi o artista que mais me impressionou do ponto de vista da escrita, o disco que mais me atingiu foi “Quadrophenia”, porque eu era muito jovem, tinha 23 anos, e vivia isolado em Salvador. Era um menino deslocado, e aquilo [o álbum do The Who] me pareceu que tinha sido escrito para mim. Aquela história de não conseguir se relacionar com os pais, com a namorada, não conseguir aceitar os dogmas da igreja, enfim, era um menino que não pertencia ao ambiente em que vivia.
Enfim, fui comprar a biografia de Townshend, e de repente ele diz que Mick Jagger foi o primeiro cara de pau grande que ele viu. Aí depois, ele fala que a mãe corneava abertamente o pai, que ela tinha um amante que ele chamava de tio. E que depois o pai aceitou a mulher de volta. Aí eu parei de ler, porque eu não tenho interesse em saber o tamanho do corno do pai dele, e nem do pau de Jagger. Eu comprei o livro para saber do trabalho dele.

Aí eu vi que não tava perdendo nada. Não me interessa se Ozzy comeu morcego ou se Alice Cooper cortava pescoço de galinha. Essa é uma conversa que motiva talvez adolescentes.

E por onde o “Galope do Tempo” segue?

Marcelo Nova - Eu li o que Paulo Francis escreveu sobre o lançamento da biografia de Audrey Hepburn [atriz britânica que explodiu nos anos 50], e ele dizia o seguinte: “Quem estiver interessado em saber com quais galãs ela dormiu ou se ela cheirava na bandeja irá ficar profundamente decepcionado”.
Isso porque segundo ele, Audrey era uma mulher de classe e na biografia dela não cabia esse tipo de vulgaridade. Então, eu disse a Barcinski: “André, quero que você seja meu Paulo Francis e eu seja sua Audrey Hepburn” (risos). Ele começou das minhas primeiras memórias, da minha infância, adolescência. E eu tentei tornar essas histórias divertidas, muito mais do que impactantes no sentido do rockeiro doidão.
Aí depois, no momento em que eu adentrei definitivamente na música, não apenas como ouvinte, procurei canalizar e direcionar para o trabalho. Falo sobre todos os discos do Camisa, carreira solo, Raul. Procurei me concentrar nisso, no meu trabalho. Essa coisa da vulgaridade da vida pessoal, dos contos escabrosos, eu posso confessar que não os tive e não me preocupei em inventá-los.
O músico diz que não tem paciência para biografia de rockeiro: 'Qualquier imbecil pode ter uma overdose' 

O título do livro remete ao que talvez seja seu álbum solo mais emblemático. Como foi escolhido esse título?

Marcelo Nova - É curioso. Eu falo isso no livro, até porque um homem de 66 anos é um homem que galopou no tempo. Em algum momento o cavalo vai me derrubar, mas até lá eu estou agarrado na cela e nas rédeas. E foi o que fiz na minha vida. Quem me conhece profissionalmente, sabe que nunca saí trotando. Sempre galopei e continuo agarrado na crina do bicho e enfiando-lhe a espora. Eu não tenho outra opção. Eu gosto do galope. Eu me sinto bem (risos).
Quanto ao disco “O Galope do Tempo”, o próprio Barcinski disse para mim que aprecia vários trabalhos meus, mas que o que ele mais gosta é o “Galope”. O que é interessante, porque não é meu disco mais popular, mas é o que tem fãs ardorosos, que o colocam num patamar muito elevado no rock brasileiro.

Você é um artista que trabalha com a palavra. Você mesmo diz que o cerne da sua obra é o texto. Então, além desse livro, você pensa em escrever uma biografia? Uma autobiografia no caso?

Marcelo Nova - Escrevê-la exigiria uma tenacidade e uma motivação que eu não sei se possuo. Hoje eu tenho mais de 200 canções compostas, e se eu vier a ser lembrado post-mortem, gostaria que fosse pelo meu trabalho, e não porque me apliquei de heroína na casa de uma amigo em Nova Iorque e fui parar no hospital. Então me falta um pouco da tenacidade necessária para escrever uma biografia.

Você fará eventos de autógrafos em livrarias pelo Brasil?

Marcelo Nova - Existem idéias, mas nada concreto. Evidentemente que se lancei um produto, de alguma maneira tenho que apresentar às pessoas. Mas por enquanto não há nada fechado.

crédito - G1

Max Everson
Por Max Everson 29/09/2017 - 11:25Atualizado em 29/09/2017 - 11:27

Em maio de 1977, Gilberto Gil gravou a música É  para o álbum Refavela. Só que a música acabou sendo excluída do repertório final do LP lançado pelo artista baiano no segundo semestre daquele ano. É  acabou sendo lançada em disco dois anos depois, em 1979, em gravação do grupo baiano Mar Revolto. Até então inédita gravação de Gil somente veio à tona em 1998, apresentada entre os fonogramas raros e/ou inéditos de Satisfação, coletânea produzida pelo pesquisador musical Marcelo Fróes para a caixa Ensaio geral (1998).

Por isso mesmo, o single É – lançado neste 29 de setembro de 2017, nas plataformas digitais – tem significado especial na obra fonográfica de Gil por trazer o primeiro registro da música na voz do cantor e compositor após quatro décadas. O single é assinado por Gil e a banda intitulada Refavela 40. A música É  faz parte do roteiro do show comemorativo dos 40 anos do álbum Refavela. Mas a gravação ouvida no single foi feita em estúdio.

 

Max Everson
Por Max Everson 27/09/2017 - 11:34Atualizado em 27/09/2017 - 11:35

Craig David no BBC Live Lounge.

o canal oficial da BBC Radio 1 disponibilizou os vídeos da participação do cantor britânico Craig David no programa “Live Lounge”.

Craig David fez um medley com as canções “Wild Thoughts” do Dj Khaled com participação da Rihanna e “Music Sounds Better With You” da banda Stardust. 

Além disso, o músico fez uma performance de um dos seus maiores hits “7 Days”.

Craig também apresentou o seu novo single “Heartline”, que faz parte do seu próximo álbum de estúdio, intitulado “The Time Is Now”.


 

Tags: NoAr BBC Craig David

Max Everson
Por Max Everson 27/09/2017 - 11:32Atualizado em 27/09/2017 - 11:34

Parece que o Noel Gallagher está voltando com tudo em seu novo álbum. Em entrevista para a Sky News, divulgada na segunda-feira (25), o cantor falou sobre suas novas composições, e de uma em específico.

O britânico comentou sobre “Black and White Sunshine”, uma das faixas que estará no disco composta por ele e seu produtor, David Holmes, e que deixou ele muito orgulhoso no final. “David tocou pra mim uma amostra dela, então eu trabalhei os acordes e nós fizemos uma demo dela com poucos minutos, levei comigo em turnê e brincamos com isso. Quando se tornou uma música lá em Belfast, era tão alegre que eu tinha que fazer justiça a ela. O que é mais alegre do que estar apaixonado? Então eu escrevi uma música de amor e é uma das melhores coisas que eu já fiz“.

Já sobre a faixa-título, “The Man Who Built The Moon”, Noel conta que o processo de composição da letra foi mais complicado. “Quando nós chegamos no refrão, David ficava pedindo que eu escrevesse outro, de novo, de novo e de novo. Eu estava a ponto de estrangular ele. O que você irá ouvir é a oitava tentativa, e quer saber? O irritante é que ele estava certo“.

O terceiro trabalho de estúdio da Noel Gallagher’s High Flying Birds foi anunciado também na segunda (25), contará com 11 faixas inéditas, e será lançado no dia 24 de novembro.

 

Max Everson
Por Max Everson 26/09/2017 - 16:13Atualizado em 26/09/2017 - 16:15

No último dia 23, a canção “Heroes”, do ícone David Bowie, completou 40 anos. Como celebração, a banda Depeche Mode publicou em sua conta oficial do YouTube um cover da faixa.

O vídeo conta com imagens do grupo tocando a música em um estúdio, com um novo estilo instrumental, agora com algumas batidas eletrônicas e na voz do vocalista Dave Gahan. A produção foi dirigida por Tim Saccenti e foi feita durante a Highline Sessions.

Em entrevista concedida ao site norte-americano NME, Dave Gahan revelou que “‘Heroes’ é uma música mais que especial. Bowie é o artista que me prender desde que jovem. Seus álbuns estão sempre na minha lista e fazer o cover de ‘Heroes’ é uma homenagem a ele”.

Confira o cover de “Heroes” na programação Som Maior No Ar e também no vídeo a seguir:

 

Max Everson
Por Max Everson 26/09/2017 - 15:39Atualizado em 26/09/2017 - 15:40

Mente criativa responsável por alguns dos principais trabalho do grupo norte-americano The Beach Boys, Brian Wilson anuncia para as próximas semanas o lançamento da coletânea Playback: The Brian Wilson Anthology (2017). Trata-se de uma seleção que passeia por mais de 30 anos da carreira do músico estadunidense em carreira solo, revelando ao público uma série de clássicos dentro da rica discografia do veterano.

Mais do que um compilado de faixas já conhecidas do público, o trabalho ainda se abre para a chegada de duas composições inéditas. É o caso da recém-lançada Run James Run. Produzida especialmente para o trabalho, a canção, uma parceria com o músico Joe Thomas gravada há poucos meses, traz de volta o que há de mais característico na obra de Wilson, detalhando coros de vozes e temas litorâneos típicos do som produzido pelo The Beach Boys.

 

Max Everson
Por Max Everson 26/09/2017 - 15:20Atualizado em 26/09/2017 - 15:22


Um Bom Filme de terror com uma boa trilha sonora...

It - A Coisa é assim...

confira algumas

Love Removal Machine - The Cult
 

You Got It (The Right Stuff) - New Kids On The Block
 

Please Don't Go Girl - New Kids On The Block
 

Six Different Ways - The Cure
 

Antisocial - Anthrax
 


a parte boa desta notícia é que após o estrondoso lançamento de It: A Coisa e com o tremendo sucesso, a Warner Bros. anunciou que o longa terá, sim, uma sequência.E para a felicidade dos fãs de Stephen King, autor do livro no qual o filme foi inspirado, o lançamento já tem data marcada: 6 de setembro de 2019, nos Estados Unidos.

A sequência deve se passar no ano de 2015, 27 anos após a primeira parte, que retratava os crimes de Pennywise, em 1988. 

O elenco atual será substituídos por personagens adultos.

It: A Coisa quebrou, recentemente, o recorde de bilheteria para filmes de terror, arrecadando US$478.1 milhões pelo mundo, superando O Exorcista, com US$441.3 milhões. 

Tags: NoAr It Cinema

Max Everson
Por Max Everson 26/09/2017 - 14:49Atualizado em 26/09/2017 - 14:56

Neste 26 de setembro é aniversarios de Bryan Ferry, músico inglês que ficou conhecido como vocalista do grupo Roxy Music, banda que formou com o baixista Graham Simpson em 1970.

O grupo Roxy Music entrou para a história como a principal influência do movimento new wave, que tomou de assalto a Inglaterra e o resto do mundo nos anos 80. O som do Roxy Music aliava o rock progressivo ao visual glitter. O grande espaço reservado aos sintetizadores – comandados por Brian Eno – deu o tom peculiar à música da banda.

Apesar da dedicação ao grupo, Bryan Ferry começou uma carreira solo paralela em 1973, com o álbum "These Foolish Things", em que interpretava canções de Bob Dylan, The Beatles e Rolling Stones, entre outros. Um dos seus maiores sucessos foi "Slave to Love" do álbum 'Boys and Girls' de 1985.

Ferry ficou conhecido por namorar mulheres lindíssimas, que frequentemente apareciam como modelos de capa nos álbuns do Roxy Music. Um exemplo é Amanda Lear, cantora e modelo que foi fotografada com um jaguar negro para a capa do álbum For Your Pleasure.

Bryan Ferry faz parte da programação Som Maior No Ar

 

Tags: NoAr Bryan Ferry

Max Everson
Por Max Everson 22/09/2017 - 15:28Atualizado em 22/09/2017 - 15:30

Zizi dá voz cristalina à canção de autoria do compositor Thiago Gimenes, Faltavam seus olhos.

Feita com arranjo de cordas, no mesmo estilo clássico da canção gravada por Nana (Do amor impossível, de Roger Henri e Dudu Falcão), a gravação de Faltavam seus olhos está sendo lançada em single em edição da gravadora Som Livre. Tanto Do amor impossível quanto Faltavam seus olhos são canções melodiosas, apaixonadas, de romantismo popular, mas embalagem refinada.
No caso de Zizi, a edição do single Faltavam seus olhos precede as estreias de show dedicado à parceria de Edu Lobo com Chico Buarque e do monólogo teatral À flor da pele.

Zizi Possi – Faltavam Seus Olhos já faz parte da programação Som Maior nos programas Som Maior No Ar e Vozes do Brasil

 

Max Everson
Por Max Everson 22/09/2017 - 15:21Atualizado em 22/09/2017 - 15:28

O Novo trabalho de Nana Caymmi é uma música inédita de Dudu Falcão gravada pela cantora carioca em agosto deste ano de 2017, em estúdio da cidade do Rio de Janeiro (RJ), para a trilha sonora da novela Tempo de amar, que estreia na TV Globo pela gravadora Som Livre.

Formatada com arranjo em que sobressaem as cordas e o toque do piano de Itamar Assiere, a bela canção Do amor impossível é melodiosa e tem moldura clássica que se se enquadra no canto sublime de Nana. A gravação também tem o toque do baixo de Jorge Helder.

Nana Caymmi – Do Amor Impossível  já faz parte da programação Som Maior nos programas Som Maior No Ar e Vozes do Brasil

 

Max Everson
Por Max Everson 21/09/2017 - 16:41Atualizado em 21/09/2017 - 16:44

O A-ha lançou em seu canal oficial do YouTube uma canção inédita. Intitulada “This Is Our Home”, a faixa faz parte do especial gravado durante o MTV Unplugged Summer Solstice.

O especial foi gravado ao vivo em junho deste ano no Ocean Sound Recordings, na cidade norueguesa de Giske e se tornará um disco. O material, que contará com 21 faixas, sendo duas inéditas, nomeadas “This Is Our Home” e “Break In The Clouds”, e grandes sucessos do grupo, chegará às lojas no dia 6 de outubro.

O disco será lançado em sete opções diferentes, entre elas uma edição em CD duplo, CD e DVD e até mesmo um box que inclui livro, adesivos e outros objetos da banda.

“This is Our Home” é o primeiro single de divulgação do material. O clipe traz imagens da filmagem  ao vivo da nova série de episódios MTV Unplugged. 

 

Max Everson
Por Max Everson 21/09/2017 - 11:47Atualizado em 21/09/2017 - 11:50

 Culture Club anunciou show no Brasil.

Os músicos, donos de grandes sucessos dos anos 80, farão uma única apresentação em São Paulo no dia 21 de novembro, no Citibank Hall.

Com mais de 50 milhões de discos comercializados no todo o mundo, o grupo, liderado por Boy George está de volta à estrada com sua formação original desde 2014. Em sua passagem pelo país, deve apresentar hits como "Karma Chameleon", "Do You Really Want to Hurt Me", e "I'll Tumble 4 Ya".

Os ingressos, que variam entre 50 reais (meia entrada) e 570 reais, poderão ser adquiridos a partir do dia 13 de setembro. A pré-venda acontecerá entre os dias 6 e 12 de setembro, apenas para os clientes dos cartões Citi e Diners Club.  A compra poderá ser realizada nos pontos de venda, pela internet, através do site oficial da Tickets For Fun, e também na bilheteria do Citibank Hall, em São Paulo. 

Criado em 1981, o Culture Club tornou referência para toda uma geração com o visual de Boy George com maquiagem carregada e roupas extravagantes.

 

Max Everson
Por Max Everson 20/09/2017 - 10:50Atualizado em 20/09/2017 - 10:53

Recanto é o trigésimo álbum da Cantora Gal Costa, lançado em 2011. Todas as músicas foram escritas por Caetano Veloso, que também assina a produção junto ao seu filho (e afilhado da intérprete) Moreno Veloso.

Sua sonoridade é diferente das bossas, sambas e canções MPB das quais ficou conhecida, pois mistura rock, música eletrônica, IDM, texturas alternativas e experimentais. A própria Gal definiu o álbum como uma extensão do Tropicalismodevido à sua sonoridade e às suas letras. A crítica se dividiu, a revista Billboard Brasil deu uma crítica positiva dizendo que “Recanto é um retorno”, o título da análise foi “Sacode do Muleque”, se referindo a música da cantora que estava acomodada. Porém, a Revista Rolling Stone Brasil deu uma crítica mista, dando 2 estrelas e meia (num total de 5), dizendo que “a cantora voltou modernizada” e comentou que o trabalho tem muitos acordes diferentes e modernos, mas a interpretação e as composições deixam a desejar. A voz da cantora foi considera “preguiçosa” e as composições “artificiais” pela mesma publicação.

O álbum foi considerado o décimo oitavo melhor trabalho pela própria Rolling Stone, que havia ficado em dúvida sobre o trabalho. De acordo com a publicação, o trabalho feito em dupla tem “a vontade de se reinventar como um dos seus méritos principais”, além disso a música Recanto Escuro também ficou entre as 20 melhores músicas do ano.

O disco “Recanto” é um disco sensacional de Gal, e com esse disco ela conseguiu um publico jovem maior assim como “Estratosférica”.


1    Recanto Escuro 3:51
2    Cara do Mundo 2:52
3    Autotune Auterótico 3:41
4    Tudo Dói 2:41
5    Neguinho 5:35
6    O Menino 4:27
7    Madre Deus 3:34
8    Mansidão 3:32
9    Sexo e Dinheiro 3:40
10  Miami Maculelê 4:06
11  Segunda 3:49

Max Everson
Por Max Everson 15/09/2017 - 16:04Atualizado em 15/09/2017 - 16:07

Durante o Festival Internacional de Cinema, em Toronto, finalmente estreou o documentário que retrata a vida do lendário Eric Clapton. Com direção de Lili Fini Zanuck, grande amiga do guitarrista, “Eric Clapton: Life in 12 Bars” não tenta apagar o lado mais escuro da vida do músico como o vício em álcool.

"Me assistir passando por aquilo não foi fácil [...] Até o momento em que parei de beber, tudo que eu disse era completa bobagem”, disse o músico em coletiva durante a estreia do filme. 

O documentário traz a vida do britânico de 72 anos, desde a infância até o sucesso internacional. Retrata também sua luta contra as drogas e álcool, além da morte de seu filho de 4 anos, em 1991.

Em 2007, Clapton lançou uma autobiografia e revelou seu vício de 20 anos em drogas e álcool. No livro, o guitarrista afirma que o falecimento de Conor, seu filho, foi o ponto de partida para a sua sobriedade. 

Zanuck, afirmou que o documentário fala de redenção. “Para mim, o filme é sobre redenção – redenção pessoal, não necessariamente o que a sociedade pensa”, disse Zanuck à Reuters. “Ninguém lhe tirou do desespero, ele mesmo fez isto”, revelou.

Confira o trailer de “Eric Clapton: Life in 12 Bars” a seguir:

 

Max Everson
Por Max Everson 15/09/2017 - 15:27Atualizado em 15/09/2017 - 15:28


Nesta sexta-feira (15), o Ringo Starr lançou seu novo disco solo, “Give More Love”, através das plataformas digitais.

O álbum, que você ouve no final desta publicação, é o décimo nono da carreira do artista desde o fim dos Beatles, e conta canções como “We’re on The Road Again” e “Show Me The Way”, que contam com a participação de Paul McCartney.

Em entrevista para a Billboard, em julho deste ano, o baterista falou de seu novo CD: “O que acontece comigo e com as pessoas que eu escrevo junto é que um de nós sempre tem uma linha. Geralmente eu tenho uma lista cheia de linhas, daí a gente pensa no que vai fazer. A melhor faixa para contar disso é ‘So Wrong for So Long’. Alguém me disse isso em 2008 e eu pensei ‘isso é uma ótima linha’, e finalmente transformei em uma música.”

Ouça “Give More Love” na programação da Som Maior Fm.