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Notícias de fontes diversas

Elementos dos quais o autor do blog se apropriou de jornais e revistas. Alguns até das rádios
Henrique Packter
Por Henrique Packter 16/02/2021 - 17:34Atualizado em 16/02/2021 - 17:40

O preço do confinamento está sendo cobrado, além da devastação econômica, da perda de empregos e de outras desgraças, também no agravamento dos problemas mentais, sua multiplicação e variedade. Fator chave para propagação de distúrbios psicológicos é a repetição maciça de advertências, alarmes e ameaças sobre o risco fatal  que estaríamos correndo, sem exceção. O pânico da população é agravado com essas advertências, - de resto e aliás, necessárias, como as estatísticas estão a demonstrar.

O PREÇO DO CONFINAMENTO PELA COVID-19

Além da pandêmica devastação econômica, hipertrofiam-se casos de estresse, ansiedade, agressividade, apatia, delírio, cisma, teima, obsessão, desconfiança,  insensatez, demência, medo, neurastenia, egocentrismo, paranoia, - pipocando entre os adultos. E,  quanto aos malefícios a que as crianças foram submetidas? Os campos de concentração domiciliares não atingem por igual a todas as crianças. As manifestações piores estão da classe média para cima.  Os pobres já têm seu inferno permanente.  Ficou decidido para o bem de todos que crianças e jovens estavam proibidos (e já faz um ano) de ir à escola, brincar, chegar perto de outras crianças ou jovens,  ir ao parquinho, - não podem fazer nada.

-Você vai matar sua avó se não ficar em casa!

A vida para essas crianças se resume em tela do joguinho, ao ensino remoto e ao delivery.

Nosso infeliz confinamento não impediu que chegássemos à perda de 250 mil vidas. Os piores efeitos colaterais seriam de responsabilidade de um confinamento mal instituído, pior planejado e tiranicamente impostos.    

FILOSOFIA DE VIDA  POLÍTICA URBI ET ORBI

Se tudo vai bem, pode dizer a verdade. Se está mais ou menos, minta. Se está bem ruim, calunie.

SOBRE AMIGOS E INIMIGOS

Amigos vão e vêm. Inimigos se acumulam (Thomas Jones).

PROPAGANDA DE REMÉDIO POPULAR, BONDES CARIOCAS ANOS 70

Veja ilustre passageiro,

O belo tipo faceiro

Que você tem a seu lado.

E, no entanto acredite,

Quase matou-o a bronquite:

Salvou-o o Rum Creosotado!   (Bastos Tigre)

IMORTAL PUBLICIDADE DE MELHORAL NAS RÁDIOS DE LÍNGUA ESPANHOLA AMÉRICA LATINA

Mejor mejora Mejoral. Mejoral mejora mejor.

PROPAGANDA DAS ANTIGAS DE ... FÓSFOROS

Aviso a quem é fumante:

Tanto o Príncipe de Gales

Como o Doutor Campos Sales

Usam fósforos Brilhante!  (Olavo Bilac)

ESCRITORES TOMAM PLACIDAMENTE CHOPINHOS NO AMARELINHO, RJ, QUANDO SURGE O EDITOR PENHA, ACOMPANHADO POR MULHER DE MÁ REPUTAÇÃO. EMÍLIO SACA NA HORA:

Um homem que se diz Penha por uma mulher que se disputa!

EMÍLIO, ESTUDANTE EM CURITIBA, ASSISTE AULA DO PROFESSOR SABOIA

- Sr. Emílio defina sabedoria!

- Sabedoria mestre, é algo que tem efetivamente muito peso ... se colocado n’água ela afunda.

- E a ignorância, então?

- A ignorância? Ora, essa boia!

HAIR

Filme de 1979, do diretor Milos Forman, baseado em musical da Broadway de 1968 (lá remontado em 1977), gravado  no Central Park e Washington Square Park, Nova York, difere em muito do musical original, começando pela eliminação de várias músicas da peça.

Personagens tiveram perfis mudados. Claude, inocente recruta de Oklahoma, chega a Nova York convocado para a Guerra do Vietnã. Sheila - hippie da Tribo - é socialite nova-iorquina, por quem ele se apaixona. A maior liberdade com a história original: um engano acaba mandando Berger(líder dos hoppies), ao invés de Claude (o recruta inocente), ao Vietnã, onde morre.

Sucesso de público, o filme recebeu críticas positivas importantes. Vincent Canby (New York Times): " ...as invenções de Weller (o roteirista) fizeram este Hair ser mais divertido que o original. Também deu tempo e espaço para o desenvolvimento dos personagens que, no palco, deviam expressar a si mesmos, quase que só por música. Elenco soberbo em filme, de maneira geral, delicioso." A TIME concordou: "Hair é bem sucedido em todos os níveis - como divertimento vulgar, drama emocional, espetáculo estimulante e observação social provocadora."

Os desgostosos autores da peça com o resultado, acham que Forman retratou os hippies como “algum tipo de aberração" sem vinculação com o movimento pacifista, falhando em levar para a tela a essência da obra. Declararam que semelhanças entre o filme e o musical se limitam a algumas canções, o título em comum e o nome dos personagens. Acreditam que a verdadeira versão cinematográfica de Hair ainda está por vir.  

Da peça e do filme: Passarinho que come pedra sabe o ânus que tem (1) Noite passada fui a praia, maré estava baixa e molhei os meus pezinhos. Ué, diz outro, não rimou. Por que não rimou? Não rimou porque a maré estava baixa... (2)  4.639

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