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Semelhanças entre os assaltos ao Banco do Brasil em Criciúma e em Araçatuba

Forma de agir dos criminosos do “Novo Cangaço” foi muito parecida
João Zanini
Por João Zanini Criciúma (SC), 30/08/2021 - 12:18Atualizado em 30/08/2021 - 14:56
Foto: Guilherme Hahn/ Especial 4oito
Foto: Guilherme Hahn/ Especial 4oito

Nesta madrugada, um novo assalto no estilo do “Novo Cangaço”, em que uma quadrilha deixa uma cidade sitiada e assalta, amarrando pessoas, com forte aparato bélico, aconteceu em Araçatuba, interior de São Paulo. O módus operandi dos criminosos foi bem parecido com o que aconteceu no Banco do Brasil de Criciúma: carros blindados e o alvo foram agências bancárias – não apenas uma, mas três ao mesmo tempo. Reféns foram usados como escudo humano. No entanto, de acordo com a polícia, não há certeza do envolvimento de qualquer assaltante no que aconteceu em SP com o fato de Criciúma.

Conforme o delegado Anselmo Cruz, da Delegacia de Roubos e Antissequestro da Deic, esse tipo de ação já aconteceu algumas vezes no estado e no país, não somente em Criciúma. “Não significa que seja o mesmo bando, ou que se basearam naquela ação para agir. Esta é a maneira de o “Novo Cangaço” agir, de forma geral”, pontuou o delegado. 

Na ação de Araçatuba, houve troca de tiros com os policiais. Três pessoas morreram, e um morador teve uma bomba explodida em seus pés, que foram decepados, além de uma das mãos.