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Plenário: “As defesas de Gean Loureiro fecham bastante comigo”, diz Antídio Lunelli

Confira os destaques do quadro Plenário desta sexta-feira, 24, no Programa Adelor Lessa
Por Letícia Ortolan Criciúma - SC, 24/09/2021 - 08:39 Atualizado em 24/09/2021 - 09:02
Foto: Arquivo / 4oito
Foto: Arquivo / 4oito

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O quadro Plenário desta sexta-feira, 24, conduzido por Adelor Lessa com a participação de Upiara, trouxe como entrevistado,  Antídio Lunelli (MDB). O atual prefeito de Jaraguá do Sul segue lutando para consolidar sua candidatura a governador de Santa Catarina. Entre suas articulações está a montagem de uma chapa pura estando na majoritária com o deputado federal Celso Maldaner de vice e o senador Dário Berger para a reeleição à Câmara Alta.

Durante a entrevista, o administrador municipal destacou que o partido tem discutido sobre quem serão os deputados federais e estaduais, na intenção de serem definidos por meio de um consenso. “Na nossa bancada estamos juntos participando para que o MDB seja protagonista, não gostaríamos que o partido com a possível candidatura, fosse acabar indo de vice ou algo parecido”, destacou.

O prefeito de Jaraguá do Sul vê a necessidade que o candidato a governador do MDB já seja definido, pois acredita que após as prévias, marcadas para 15 de fevereiro de 2022, o partido não terá tempo hábil para a construção. E, com seu nome a disposição, salienta “se pudermos ter uma chapa pura, naturalmente precisamos analisar a questão das pesquisas e ver o candidato que o eleitor quer”. 

Antídio Lunelli ainda foi questionado sobre a sua relação com o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM). Ele afirmou que se identifica com as posições e bandeiras do governador da capital, a qual considera centro-direita. “Nos relacionamos bem com todos os partidos. As defesas de Gean Loureiro fecham bastante comigo, sou de centro-direita, o MDB é de centro e nós temos integrantes de centro-esquerda”, disse.
 
Por meio da entrevista, Lessa e Boschi fizeram uma avaliação nas falas de Lunelli. A visão é de que a possível construção de uma chapa pura, seja para “ocupar as cadeiras antes que o Moisés chegue”. Isso porque, para a classe política, é certo que o governador do Estado seria o candidato do MDB. “Não acredito na chapa pura, resolveria um movimento interno e não ganharia uma adesão do próprio partido”, trouxe Upiara. 

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