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Os cuidadores de pessoas no Vale do Araranguá

Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma, SC, 08/01/2020 - 09:04Atualizado em 08/01/2020 - 09:04

É do ciclo natural da vida: nós nascemos, crescemos, envelhecemos e morremos - e não adianta tentarmos fugir disto. Durante nosso crescimento, obedecemos aos costumes dos ambientes nos quais somos inseridos, se adaptando, muitas vezes, aos desejos de nossos pais, mães ou responsáveis. 

Acontece que, em algum momento da vida, a velhice chega, e com ela começamos a ficar sujeitos à muitas doenças. “São doenças de todos os nomes e dimensões, doenças que não raras vezes nos privam da convivência familiar, social e com o coletivo”, destacou Archimedes Naspolini Filho.

O jornalista ressalta também um acontecimento não tão incomum que, muitas vezes, vem acompanhado da velhice: o abandono, pessoas que são jogadas a sua própria sorte. “Há casos difíceis de serem administrados, casos em que o parceiro, parceira, filho ou filha chegam ao extremo de ter de optar cuidar da sua vida ou do idoso doente - muitas vezes, esquecido de si próprio”, disse.

Sabendo deste comum momento da vida, Archimedes destaca também um novo empreendimento, localizado no Vale do Araranguá, que surge com o objetivo de sanar as necessidades dessas pessoas. “Em araranguá, foi estabelecida uma empresa de  cuidadores de pessoas, a Cuidare - Vale do Araranguá. Vejam a dinâmica do mercado de negócios: uma empresa de cuidadores de pessoas de todas as idades; crianças, jovens, adultos e idosos; de todos os sexos e que, repentinamente, se tornam incapazes”, afirmou.

Archimedes fala sobre a importância de se ter conhecimento da existência de uma empresa como essa, que cuida de pessoas. Isto porque muitas vezes vemos pessoas “quebrando a cabeça” em busca de profissionais qualificados que possam cuidar de um ente querido, que não está mais em condições de ficar a mercê de si mesmo.