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Laís Chaud lidera chapa 100% feminina na disputa pelo Governo de SC

Em entrevista exclusiva à Som Maior, candidata propõe o uso de imóveis abandonados para habitação social

Por José Demathé Criciúma, SC, 24/07/2026 - 14:31 Atualizado há quase um minuto
Laís Chaud é a única mulher candidata ao governo de SC | Foto: Divulgação/4oito
Laís Chaud é a única mulher candidata ao governo de SC | Foto: Divulgação/4oito

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Com uma chapa majoritária composta exclusivamente por mulheres, a Unidade Popular pelo Socialismo (UP) oficializou Laís Chaud como candidata ao Governo de Santa Catarina. Única mulher na disputa pelo comando do Estado, ela pretende levar à campanha propostas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher, à ampliação do acesso à moradia popular e à valorização dos trabalhadores, com defesa do aumento do salário mínimo e da redução da jornada de trabalho.

A chapa 100% feminina da UP conta ainda com candidatura de Nathália Melo para vice-governadora, além de Marlene Soccas e Ana Lúcia da Silveira para o Senado. Paulista de nascimento e moradora de Florianópolis há quase 15 anos, Laís destaca que a formação do grupo reflete a própria origem do partido, fundado por movimentos sociais para dar protagonismo a trabalhadoras, trabalhadores e estudantes.

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Ouça, na íntegra, a entrevista da candidata:

Ações contra violência doméstica serão o foco do governo 

Em entrevista à rádio Som Maior, a candidata detalhou as pautas que pretende levar ao eleitorado catarinense, com foco na redistribuição da riqueza produzida no estado e na garantia de direitos básicos.

Tendo a pauta feminina como pilar central da candidatura, Laís classificou como "escandalosos" os índices recentes de violência contra a mulher em Santa Catarina. 

União Popular terá chapa totalmente feminina | Foto: Divulgação/4oito

Além da pauta por mais direitos às mulheres, a candidata criticando o alto custo de vida e os preços do mercado imobiliário no estado, a candidata propõe a destinação imediata de terrenos e imóveis abandonados para programas de moradia popular, argumentando que a especulação atual inviabiliza o pagamento de aluguéis e alimentos pelos trabalhadores.

Destacando o perfil industrial de Santa Catarina e a forte presença operária na economia local, o plano defende o aumento de 100% do salário mínimo associado à redução da jornada de trabalho, buscando garantir que a riqueza gerada no estado retorne a quem a produz.

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