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"Ele tem fama de ser um cara de palavra”, Júlia Zanatta sobre presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto

Confira a principal pauta do quadro Plenário desta quarta-feira, 01
Por Letícia Ortolan Brasília - DF, 01/12/2021 - 09:34 Atualizado em 01/12/2021 - 09:35
Foto: Arquivo / 4oito
Foto: Arquivo / 4oito

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As possíveis articulações de apoio ao Presidente da República. Este foi o principal assunto do Plenário desta quarta-feira, 01, conduzido por Adelor Lessa, com a participação do jornalista político Upiara Boschi. Para tratar sobre a pauta, o quadro apresentando na Rádio Som Maior trouxe como entrevistada a ex-candidata a prefeita de Criciúma, Júlia Zanatta (PL), que esteve presente na cerimônia de filiação de Jair Bolsonaro ao PL, em Brasília.

Na terça-feira, 30, Jair Bolsonaro e seu filho, senador Flávio Bolsonaro, se filiaram ao PL. O ato contou com a presença de ministros, senadores e deputados estaduais. “Estamos em uma fase boa, recebemos o presidente no nosso partido e isso engrandece o projeto de Jorginho Mello (PL), candidato a governador. Também faz com que minha pré-candidatura vire uma coisa viável e real”, destacou Júlia Zanatta. 

O evento ainda teve representantes do Partido Progressista (PP), Republicanos, Patriota e Partido Social Liberal (PSL) . Questionada por Boschi se é possível uma aliança, Zanatta destacou : “Eu acho que tem uma tendência grande do PP e Republicanos estarem com Bolsonaro a nível nacional”, acrescentando que “no estado, Jorginho Mello vai conduzir com maestria para atrair além deles, partido como PTB [Partido Trabalhista Brasileiro]”. 

Para Júlia, a filiação de Bolsonaro ao seu atual partido tem um impacto ainda mais positivo pois vê o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, como um político de compromisso. “Ele tem fama de ser um cara de palavra”, destacou se referindo ao combinado do atual presidente de se reeleger em 2022. "Já resolveu seu problema na justiça, então ele dando a palvra e cumprindo ela ao meu presidente, pra mim está tudo certo", completou. O gestor do partido foi condenado pelo Supremo Tribunal federal (STF) em 2012 por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. 

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