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Com conflitos geopolíticos, presidente da Fiesc projeta ano difícil na Indústria

Setor demonstra preocupação com a economia para 2024
Por Giovana Bordignon Criciúma, SC, 22/01/2024 - 15:03 Atualizado em 22/01/2024 - 15:56
Foto: Júlio Cavalheiro/Arquivo
Foto: Júlio Cavalheiro/Arquivo

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A instabilidade geopolítica mundial, que afeta o comércio e eleva os custos de transporte e de insumos, preocupa o setor empresarial catarinense. Apesar da expectativa de crescimento no Brasil, os conflitos podem comprometer a sustentabilidade econômica e a competitividade da Indústria no país. O presidente da Fiesc, Dr. Mário Cézar de Aguiar, projeta um ano difícil para o setor.

Confira a entrevista completa com Mário Cézar de Aguiar no Programa Adelor Lessa desta segunda-feira (22):

“Isso não nos dá um ano de muito otimismo, mas pode haver até um crescimento por conta do aumento do gasto público que colocará mais recursos na economia brasileira, levando a um incremento na nossa atividade econômica”, disse o presidente da Fiesc.

Mudanças e reformas na Indústira catarinense 

Segundo Aguiar, a indústria catarinense tem buscado se adaptar às mudanças e às exigências do mercado, investindo em inovação, qualificação profissional e sustentabilidade. Além disso, há uma necessidade de reformas estruturais, como a tributária e a administrativa, para melhorar o ambiente de negócios e reduzir a burocracia.

“A indústria é o motor do desenvolvimento e tem um papel fundamental na geração de emprego, renda e bem-estar social. Por isso, precisamos de condições favoráveis para continuar crescendo e contribuindo para o progresso do nosso estado e do nosso país”, concluiu.

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