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Cabral comenta sobre o ranking de competitividade dos estados

Segundo o Coronel, Santa Catarina é o primeiro do ranking no tema relacionado a segurança pública
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma, SC, 07/11/2019 - 11:10Atualizado em 07/11/2019 - 11:14

Em seu comentário desta quinta-feira, 07, realizado durante o programa Adelor Lessa, o Coronel Cabral falou sobre o ranking de competitividade dos estados, composto por 10 pilares. Estes pilares buscam medir a performance dos estados temas como infraestrutura, solidez fiscal e segurança pública - este último que possui Santa Catarina como estado mais bem colocado.

A parte de segurança pública é composta por oito indicadores. O primeiro, chamado de atuação de sistema de justiça criminal, faz uma relação entre a população prisional acusada de homicídios e o número de homicídios registrados. O segundo, fala sobre a proporção de presos sem condenação em relação ao total de presos no estado. Já o terceiro, avalia a quantidade de vagas existentes em detrimento da população prisional. O quarto dos indicadores tem como base o número de óbitos não esclarecidos por 100 mil habitantes.

“Dentro das condições apresentadas, quanto maior o número de presos sem condenação ou déficit de vagas, ou até mesmo número de homicídios não esclarecidos por cem mil habitantes, acaba piorando ou melhorando o desempenho do estado”, explicou Cabral.

Indicadores que dizem respeito a segurança no trânsito, segurança pessoal, patrimonial e, por fim, a qualidade das estatísticas criminais. “Santa Catarina é o estado que mais apresenta boa performance no indicador de atuação no sistema criminal, além de possuir também um pequeno déficit carcerário. Encontramos uma pequena deficiência no número de acidentes com número de mortes no trânsito terrestre, o qual ficamos pouco abaixo da média nacional”, destacou o coronel.

De acordo com Cabral, SC está entre os estados com menor índice de presos sem condenação, além de estar acima da média nacional na elucidação de crimes violentos - fatores que vêm sendo construídos há certo tempo. “Isso não vem de agora, mas sim de uma boa construção de segurança que vem acontecendo, em especial, ao longo da última década”, concluiu.