Entrou em vigor a decisão do governo de Donald Trump nos Estados Unidos (EUA) para classificar facções criminosas no Brasil como grupo terroristas. O governo o brasileiro criticou a medida, justificando que isto abre margens para que o EUA interfira diretamente em assuntos internos do país.
A medida havia sido anunciada no dia 28 de maio. O mesmo aconteceu com cartéis mexicanos e organizações criminosas de países como Venezuela, Equador e Colômbia como terroristas. Na Venezuela, Trump realizou a intervenção militar no país no dia 3 de janeiro de 2026, que resultou na captura e prisão do então presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
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Trump crítica Pix
O Escritório do Representante de Comércio dos EUA publicou a recomendação, após 4 dias após a decisão de classificar as facções brasileiras como terroristas, para a Casa Branca taxar importações do Brasil em 25% devido a supostas práticas comerciais desleais.
Além da taxação, o documento critica diretamente ao Pix brasileiro, com a premissa de que estaria prejudicando empresas estadunidenses do ramo, como, Visa, Mastercard e Whatsapp Pay.
O Ministério das Relações Exteriores disse que o Brasil poderá recorrer a Lei da Reciprocidade, que permite que o Brasil possa adotar medidas comerciais contra países que imponham barreiras unilaterais aos produtos brasileiros.
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