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As mudanças do governo Jair Bolsonaro

Archimedes destaca as diferenças entre o antigo governo e a nova gestão bolsonarista
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC, 09/03/2020 - 09:54Atualizado em 09/03/2020 - 09:56

Em seu segundo ano de mandato, o presidente da república Jair Bolsonaro mostra ser e fazer, de fato, boa parte do que vinha prometendo em sua campanha política. Na contramão do antigo governo federal, Bolsonaro administra o país de forma contrária há aquilo que tanto condenava em suas falas: o governo PT.

“Uma das bandeiras mais fortes da esquerda, representada pelo PT, foi o emparelhamento do Estado, ou seja, tomar o controle de órgãos e setores de administração pública pelos seus prepostos, ocupando cargos e postos estratégicos a favor dos interesses de seu grupo”, comentou Archimedes Naspolini Filho.

Entre 14 anos no comando da república, o partido cresce, toma o poder, chamusca este poder e avança com escândalos e roubos de recursos. A queda do governo chega com o impeachment de Dilma Rousseff, alavancada pela revolta da população e representada nas eleições de 2018, por Jair Bolsonaro. 

“Bolsonaro prometeu em praças e palanques públicos acabar com aquele aparelhamento. Deu um novo norte ao país, ganhou, assumiu e mostrou que as promessas eram para valer. Não seguiu um político em postos estratégicos, com exceção de seu chefe da casa civil, que ali estava não por ser de um partido, mas por ser seu amigo e fiel escudeiro há muito tempo”, destacou Archimedes.

Ainda com o objetivo de desemparelhar o Estado, Bolsonaro empossa os seus ministros. A economia ganha um tratamento diferenciado de tudo que se via nos últimos anos, com a pasta confiada ao economista Paulo Guedes. A justiça e a segurança é dada ao juiz da Lava Jato, Sérgio Moro - e começam as mudanças.

“Ele [Bolsonaro] desregulamentou inúmeros setores da vida do brasileiro comum, e não se amedronta com as decisões que lhe são contrárias, tomadas na suprema corte. Enfrenta deputados e senadores numa luta insana, quando estes além de legislar e fiscalizar, querem até administrar o governo. Há o contraponto e isso faz parte da afirmação que sempre temos três verdades: a tua verdade, a minha verdade e a verdade verdadeira. E esta, poderá ser sepultada mas ressuscitará ao terceiro dia”, concluiu Archimedes.