Que Neymar é craque, gênio, maior artilheiro da história da Seleção Brasileira e multicampeão… ninguém discute.
Mas o técnico Carlo Ancelotti foi direto, sem rodeio:
só vai quem estiver bem. E esse é o ponto.
A convocação para os amistosos mandou um recado claro para o Brasil inteiro: não existe cadeira cativa.
Vai quem está performando.
Vai quem está entregando.
Vai quem está pronto. O campo fala. E o momento também.
Jogadores como Endrick, João Pedro, Gabriel Sara e Igor Thiago estão vivendo isso na prática. Estão voando em seus clubes… e ganharam uma chance de ouro.
Esses amistosos podem definir muita coisa. Inclusive, quem vai carimbar o passaporte para a Copa do Mundo. E aí chegamos ao ponto mais sensível:
Neymar.
O maior nome.
O cara que ainda carrega a esperança de milhões de brasileiros. Mas hoje… não está pronto.
O camisa 10 do Santos Futebol Clube ainda sofre com a sequência de lesões e está longe da sua melhor forma. E no futebol de alto nível, nome não joga sozinho.
Momento pesa. Performance decide.
Hoje, existem jogadores mais prontos, mais inteiros e entregando mais. Simples assim.
Isso significa que Neymar está fora da Copa? Não. Mas o recado foi dado: Se quiser estar lá… vai ter que merecer.
Porque talento ele sempre teve.
Agora, precisa ter sequência.
E se ele chegar no auge na última convocação… a história pode mudar. O Brasil torce por isso.
Porque quando Neymar está bem… o jogo muda, ele decide e o Brasil impõe respeito.
Vida longa à amarelinha.
Alex Maranhão
Esporte &Negocios