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Archimedes comenta sobre Nova Veneza, que segundo ele nem parece Brasil

Comentarista falou sobre as construções que buscam atrair mais turistas para o município
Por Redação Criciúma - SC, 25/03/2019 - 13:00

Em seu comentário desta segunda-feira (25), Archimedes Naspolini Filho falou sobre Nova Veneza. Citou as ações que são tomadas no munícipio, para que cada vez mais turistas possam ser atraídos. Segundo ele, Nova Veneza nem parece o Brasil. Falou ainda sobre os prefeitos que o município teve, que ajudaram a chegar onde está hoje.

Ouça o comentário:

Confira o texto na íntegra:

Está lá, numa das páginas do Jornal A Tribuna, edição do dia 21 de março, quinta-feira passada, a notícia de que o governo municipal de Nova Veneza está cobrindo o teto (se isso for possível) de uma via pública e, ao mesmo tempo, trabalhando para a abertura de um canal sobre o leito da Rua Nicolau Pederneiras para, com essa obra, deixar a filial ainda mais parecida com a matriz, isto é, dar a Nova Veneza uma característica a mais da cidade que lhe emprestou o nome. A Itália, cada vez mais presente nesses bucólico e simpático pedacinho de Santa Catarina. É a cidade capital da República Sereníssima de Veneza, fincando mais raízes em solo tupiniquim fazendo-o diferente de tudo o que se conhece similar.

O ex-prefeito Sérgio Ghislandi, faz mais de 20 anos, me confidenciava: se eu voltar a ser prefeito transformo esta rua em um canal: o corredor das gôndolas. A Rua era a Nicolau Pederneiras. Rogério José Frigo, o Géio, deve ter ouvido, alhures, aquilo que Ghislandi me confidenciara, e resolveu encampar a ideia. Só que ela não vem solitária, não! Ali, por ação do Géio, se faz o maior Carnevalle di Venezia, fora da italiana Veneza. Ali, por ação dos empreendedores e apoio do poder público, temos o melhor eixo gastronômico de comida italiana em todo o território catarinense.

Ali, temos uma gôndola legítima, os gondoleiros venezianos presentearam à cidade co-irmã. Ali, está sendo coberto um segmento de uma via pública, bem no epicentro urbano da cidade. Então a coleção de atrações turísticas começa pelo seu povo, passeia embarcada numa gôndola (única do Brasil), estaciona na gastronomia, descansa sob o teto de uma via pública. E há a coleção de pequenos oratórios em devoção às estações da Via Sacra, e há sei lá quantos alambiques, e vem aí o recanto do Baucco, Ma Non Tanto! Dio Madona, nem parece Brasil!

Ali, abunda o aroma do turismo. Ali se respira turismo e esta vocação foi abraçada por seus habitantes. Ali o povo respeita o visitante, cumprimenta o visitante, pergunta ao visitante como pode auxiliar na satisfação de qualquer curiosidade. Nova Veneza é diferente! Pensa diferente! Constrói diferente!

Enquanto isto, não muito longe dali, vai ser construído um mirante quando o que se pede é a vitalização da Mina de Visitação, a única no Brasil. Mas isto será outro papo!

Viva Nova Veneza, escola que ensina como se constroem os equipamentos para chamar turistas. Eta cidadezinha querida!

E que todos comecemos o dia como queremos termina-lo! Bom dia!