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Archimedes aponta exemplos negativos da reinauguração do Parque Altair Guidi

Para o jornalista, alguns dos erros do Parque competem ao próprio prefeito do município
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma, SC, 07/01/2020 - 11:18Atualizado em 07/01/2020 - 11:39

Foi reinaugurado nesta segunda-feira, 6, data que marca os 140 anos da chegada dos colonizadores à Criciúma, o Parque Altair Guidi. O evento, que contou com diversas autoridades e atrações especiais, foi repleto de homenagens ao ex-prefeito que leva o nome deste parque.

Acontece que, para Archimedes Naspolini Filho, não houveram somente acertos na reinauguração do local, mas sim uma série de pontos negativos. “Falou-se muito em inauguração do parque, mas isso está errado. O Parque já foi inaugurado no primeiro mandato do prefeito Altair Guidi, o que se fez agora foi uma repaginação daquela praça pública”, destacou.

O jornalista ressalta ainda algumas atitudes, consideradas por ele erradas, do atual prefeito do município, Clésio Salvaro. “Outro exemplo errado que vimos é o de que hoje o ‘prefeito que dá um jeito’ vai cancelar o contrato das empreiteiras, que não concluíram os serviços contratados, deixando o parque a meia-boca”, disse. 

Archimedes afirma que, se as empresas terceirizadas não cumpriram o prazo estipulado pelos contratos, em última análise a culpa seria do próprio Paço Municipal e, até mesmo, do prefeito. Isto porque, para o jornalista, isso significa que tais autoridades não fiscalizaram o andamento da obra a ponto de ante-verem o fato de que as metas não seriam cumpridas e de que a obra não seria acabada. “Contratos não cumpridos, culpa do prefeito”, afirmou.

Para o jornalista, algumas atitudes do atual prefeito do município em relação à reinauguração do Parque Altair Guidi foram, na verdade, algo parecido com uma propaganda pré-eleitoral. 

“Finalmente merecem reparos a fixação dos nomes do prefeito e do vice-prefeito no painel que oficializa o nome de Altair Guidi ao Parque. Estes nomes concorrem com a própria designação do logradouro, eles certamente quiseram dizer o seguinte: aqui o nome que tem que aparecer é o nosso. Apelo puramente demagógico e eleitoreiro, as obras devem ser impessoais, diz a lei. E ali isso não foi respeitado”, concluiu Archimedes.