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Aneel publica reajuste para concessionárias da região

Índices foram divulgados para concessionárias de Urussanga, Siderópolis e Içara. Novo valor das permissionárias deve ser divulgado até o fim da semana
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Brasília, DF, 26/08/2020 - 15:24Atualizado em 26/08/2020 - 15:31
Eflul de Urussanga é uma que já teve o reajuste divulgado. Foto: Divulgação
Eflul de Urussanga é uma que já teve o reajuste divulgado. Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), já divulgou o reajuste para as concessionárias. Na região de Criciúma, Empresa Força e Luz Urussanga (Eflul), de Urussanga, Empresa Força e Luz João Cesa, de Siderópolis, e Cooperativa Aliança (Cooperaliança), de Içara sabem a porcentagem do reajuste. Cabe a acada uma delas decidir se repassam aos consumidores ou não, ou seja, não significa que os números divulgados pela Aneel será repassado aos consumidores. A Celesc é outra que já tem os valores em mãos.

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Para a Eflul, o reajuste para consumidores de baixa tensão em média é de 0,02% e de alta tensão (indústrias), 0,12%. O efeito médio para o consumidor, caso seja repassado pela empresa, será de 0,06%.

O reajuste foi impactado, em especial, pelos custos com transmissão de energia e pela retirada dos componentes financeiros estabelecidos no último processo tarifário. Cabe destacar ainda, que o empréstimo da Conta-covid foi responsável por amortecer o impacto do reajuste em -2,79%. 

Fonte: Aneel

Já para a João Cesa, de Siderópolis, o reajuste para baixa tensão e de 0,19% em média e para alta tensão (indústrias), é de 0,81%, sendo que o efeito médio para o consumidor será de 0,32%.

Ao calcular o reajuste, conforme estabelecido no contrato de concessão, a Aneel considera a variação de custos associados à prestação do serviço. Os fatores que mais impactaram no reajuste foram os custos de transmissão de energia e a retirada dos componentes financeiros estabelecidos no último processo tarifário da concessionária. 

Fonte: Aneel

Para a Celesc, a Aneel fez o reajuste de 8,42% para a baixa tensão e 7,67% para a alta tensão, tendo um efeito médio ao consumidor de 8,14%.

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).