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Um ano depois, aumentos exagerados nas contas de energia não foram explicados

Não havia problema com os medidores de energia, mas perícia na Celesc não teve resultados divulgados
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 24/01/2020 - 17:12Atualizado em 24/01/2020 - 17:15
Foto: Arquivo / 4oito
Foto: Arquivo / 4oito

Faz praticamente um ano que a conta de luz foi alvo de diversas reclamações em Criciúma e por todo o estado. E até hoje, não existe uma resposta definitiva sobre a situação, apenas foi confirmado que não existia problema em nenhum dos relógios analisados. O coordenador do Procon de Criciúma, Gustavo Colle, falou sobre o assunto em entrevista ao Jornal das Nove.
 
“De janeiro do ano passado para janeiro deste ano, as contas de energia elétrica se readequaram, colaborando com a tese da Celesc, de que o aumento se dava pelo forte calor, com ar-condicionado e o forte calor, embora algumas casas que visitamos não tivessem esses aparelhos”, disse Colle. Segundo ele, a esperança é de que nos próximos dias sejam apresentados os resultados finais.

Logo que as reclamações surgiram, o Procon começou a verificar todas as contas de energia que haviam sofrido aumentos elevados. O Ministério Público instaurou inquérito e inclusive deu início a uma perícia dentro da Celesc, enquanto os Procons atuaram fazendo a coleta em residências e retirando relógios que foram analisados.

“Começamos atender aqueles casos em que a conta da luz passava de R$ 80,00 para R$ 500,00, tinha casos que era de R$ 600,00 e ia para R$ 4 mil. A gente atendeu mais de 500 pessoas em 20 dias no Procon de Criciúma, fizemos a triagem de todos os consumidores, elaboramos um relatório e encaminhamos ao Ministério Público”, comentou.