O prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (PSD), respondeu às acusações do pré-candidato ao Governo de Santa Catarina, João Rodrigues (PSD). O prefeito de Chapecó criticou o posicionamento do chefe do Executivo da Capital no partido, ao confirmar o apoio à reeleição de Jorginho Mello (PL) ao governo estadual.
A crítica de João Rodrigues pedia, inclusive, a exclusão de Topázio Neto da sigla. Porém, segundo o próprio prefeito de Florianópolis, isso não vai acontecer. "Eu não penso em deixar o partido, eu não tenho nenhum problema com o PSD, me dou muito bem com as pessoas do partido e estou trabalhando normalmente dentro do PSD", afirma Topázio, em entrevista ao Programa Adelor Lessa, nesta quinta-feira (12).
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Topázio alegou ter sido "pego de surpresa" com os ataques do pré-candidato. "Meu apoio ao governador Jorginho, é um assunto que já está consolidado, zero novidade para todo mundo que acompanha o mundo político. Aliás, zero novidade para o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab", destacou.
Topázio Neto segue apoiando Jorginho, mas fica no PSD
Mesmo em meio à situação, o prefeito da capital reforçou que seguirá apoiando Jorginho Mello, mas continuará em seu partido, sem criar problemas para o PSD. "Não haverá conflito de palanque, eu nunca vou constranger o PSD pelo fato de eu estar apoiando o governador Jorginho", garantiu.
"O prefeito de Chapecó agora deve aguardar um pouco. Eu acho que o PSD tem mais com o que se preocupar nesse momento", acrescenta.
Ele reafirma não ter entendido o ponto dos ataques de João Rodrigues. "Sinceramente, eu não sei. Eu, obviamente, até por uma questão ética, não acompanho a questão da construção das coligações e da candidatura do prefeito nesse momento. Prefiro continuar trabalhando como prefeito, aquilo por qual fui eleito", manifesta.
Para ele, ainda falta muito tempo para se falar das eleições deste ano, que acontecem em outubro. "O prazo pra desincompatibilização dos prefeitos e de todo mundo que vai concorrer ainda nem expirou. Isso ocorre só lá no início de abril. Até lá, muita água vai passar por debaixo da ponte", finaliza.
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