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"Setor carbonífero não cresceu, mas tem capacidade", afirma Zancan

Presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan, esteve no Jornal das Nove
Vitor Netto
Por Vitor Netto Criciúma - SC, 20/12/2019 - 11:12Atualizado em 20/12/2019 - 11:21
Foto: Vitor Netto / 4oito
Foto: Vitor Netto / 4oito

O setor carbonífero em 2019 está estabilizado. Não apresentou crescimento expressivo, mas tem a capacidade de crescer em 2020. A avaliação é do diretor executivo da Satc e presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Luiz Zancan. Ele esteve no Jornal das Nove na Rádio Som Maior e realizou um balanço do setor. 

De acordo com Zancan, as índustrias carboníferas ou que mantém relações com o carvão estão trabalhando tranquilamente. "As empresas que estão operando e vendendo carvão, tem o contrato garantido", coloca. "O setor não cresceu, ele tá no seu mínimo, mas isso é por conta de um país que não cresceu. Mas o setor ainda tem capacidade de crescer. Tem reserva de carvão e vários projetos de minas de carvão prontos para serem colocados em prática", comenta. 

Em 2019 foi colocado em prática novas operações no estado gaúcho que poderia ser replicado para o projeto da Usina Termelétrica Sul Catarinense SA (Usitesc). "Esse ano nós botamos em operação uma usina de 345 megawatts,em Pampa no Rio Grande do Sul, com tecnologia limpa e que está funcionando super bem", explica. "Esse modelo nós estamos trabalhando para replicar ele. A Usitesc vem também para desempactar o meio ambiente", coloca. 

Conforme ele, planejamentos como esse levam em média cinco anos para serem colocados em prática. Para 2020, o planejamento é de inovações no setor. "Começaremos o ano 2020 em uma oficina no Ministério de Minas discutindo o detalhamento de como se monta esse programa", afirma. 

Além disso, o ano de 2020 será de busca de investidores para a região.