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Poker: estratégia ou sorte?

Do Avesso recebeu o jogador profissional de poker Bruno Foster
Por Clara Floriano Criciúma - SC, 09/11/2018 - 16:20Atualizado em 09/11/2018 - 16:59
Fotos: Luana Mazzuchello
Fotos: Luana Mazzuchello

Ele foi o único brasileiro que que alcançou à mesa final do Main Event da WSOP, principal torneio de Poker do mundo, sendo eliminado na oitava colocação e recebeu o prêmio de US$ 947.172. Em sua carreira profissional soma US$ 1.539.914 e é o sexto brasileiro que mais soma prêmios em torneios ao vivo. No Do Avesso de hoje Mano Dal Ponte e Pity Búrigo receberam o jogador de poker profissional, Bruno Foster.

“O ano passado foi um ano maravilhoso para mim em premiações. Esse ano não é como no ano passado. Mas eu estou lucrando. O Poker é uma profissão de risco. Às vezes você ganha e as vezes você perde. Essa variância acontece no mundo do Poker”, contou.

Foster diz que o psicológico do jogador pode até contribuir para os altos e baixos, mas a variância do jogo é o principal fator. “Por mais que tu faça tudo certo sempre, digamos assim, o jogo tem uma variância. Às vezes você faz o certo e o cara fazendo o errado pode ganhar. Às vezes se faz o certo e perde e as vezes se ganha. O que vale é o equilíbrio”, esclareceu.

O jogador profissional diz que durante o jogo existem as reações verbais e não verbais dos jogadores. “As verbais são fáceis. Você percebe através da forma como ele fala, da emoção e do sentimento no momento em que ele está falando. As não verbais, que são as micro expressões, são bem difíceis de ser captadas. Eles são incontroláveis e tem uma velocidade média de dois segundos”, revelou.

Ele revelou ainda que, apesar de variâncias, o poker não é um jogo de sorte. “É um jogo de habilidade, de estudo e dedicação. Se você quiser se tornar um profissional tem que estudar bastante. Agora, o fator sorte está incluído? Sim, mas como em tudo na vida”.