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“Não tenho a minima vontade de ser prefeito”, diz Flávio Spillere

Médico e empreendedor reconhecido no Sul Catarinense, o empresário abriu o jogo no Programa do Avesso
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 10/08/2017 - 14:56Atualizado em 10/08/2017 - 15:05
(foto: Amanda Farias)
(foto: Amanda Farias)

Nascido em Criciúma, Flávio Spillere rodou o mundo buscando conhecimentos na medicina. Ele ganhou ainda mais destaque após abrir a Cliniimagem, impulsionando os cuidados com a saúde na região.

“A Cliniimagem foi um marco da medicina em Criciúma, não estou dizendo que é a melhor. Criciúma está muito bem servida de clínicas”, afirmou.
Ele falou sobre a evolução da medicina nos últimos 30 anos, o que tem proporcionado aumentos na expectativa de vida. Para Flávio, todo tipo de exagero é maléfico. 

“Parece que sempre tem uma doença de plantão, hoje é o câncer, daqui a pouco a cólera, as doenças estão voltando. Difícil um comprimo curar o câncer, são muitos tipos, mas avançou muito”.

Política

O médico diz que já recebeu propostas para tornar-se político, mas ao menos por enquanto, negou todas.

“Meu nome já foi ventilado, na falta de opção melhor”, disse aos risos.
Sua amizade com o atual prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, poderia influenciar na sua tomada de decisão.

“Gosto muito de política, mas não tenho vontade nenhuma de ser candidato. Não é fácil ser prefeito. As vezes comete-se um erro pequeno e se é penalizado”, mencionou.

Empresário

No lado empresarial afirma ser pé no chão, analisando todas as possibilidades antes de fechar um negócio. A Cliniimagem surgiu devido as condições que o Hospital São João Batista apresentava.

“Não arrisco em nada, tenho uma visão 360º para tudo. Sou cautelosos, e analiso todas as situações. Tudo se concretiza na assinatura final. Leio muito a respeito, sou um curioso”, contou.

Saúde

Como médico, Flávio diz ser sensível, mas não considera melhores nem piores os que separam bem o lado profissional do emocional.
“Antigamente um diagnóstico de câncer era um atestado de morte. Hoje melhorou muito”.

A saúde no Brasil não é das melhores e isso deve-se aos políticos que comandam o país, é o que pensa Flávio.
“Eu não acredito a curto prazo que as coisas vão se equilibrar. Nós eleitores deixamos a coisa chegar onde chegou”, completou.