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Mãe Luzia pode não disputar o Regional da Larm

Clube é mais um que alega dificuldades financeiras para conseguir atender as exigências do campeonato
Por Lucas Renan Domingos Criciúma, SC, 25/08/2018 - 13:09
Reunião nos próximos dias definirá se o time joga o campeonato / Foto: Daniel Búrigo/Arquivo/A Tribuna
Reunião nos próximos dias definirá se o time joga o campeonato / Foto: Daniel Búrigo/Arquivo/A Tribuna

O Campeonato Regional da Liga Atlética da Região Mineira (Larm) está marcado para começar nos dia 1º de setembro. Ao todo, dez equipes irão disputar a primeira divisão da competição ou quase isso. É que o time do Mãe Luzia, equipe com uma tradicional participação no regional corre o risco de assinar uma carta de desistência do campeonato. O motivo seria as dificuldades financeiras para conseguir atender as exigências do disputa.

Conforme o vice-presidente do Mãe Luzia, Luiz Paulo Vieira, a sede do clube estava anos sem receber melhorias. Neste ano, o time investiu em uma reforma da estrutura física do espaço e, por conta disso, pode não ter dinheiro para conseguir bancar os custos necessários para competir no regional.

“Só o valor gasto com a arbitragem nos jogos como mandante, a gente gasta em média mil reais. As três primeiras partidas ainda teremos que jogar fora da nossa sede por conta de uma punição. Então não vamos ter nem a arrecadação com o nosso bar, por exemplo”, apontou Vieira.

Reunião irá decidir a participação

O vice-presidente acrescenta ainda que duas reuniões para discutir o assunto já foram realizadas e uma está agendada para os próximos dias. “Temos tradição na competição, ano passado tivemos um bom desempenho. Mas a situação esse ano está complicada. Queremos, sim, participar. Nosso diretor de futebol está vendo as questões de elenco e o que ele decidir a diretoria irá acatar”, garantiu.

Dos jogadores que atuaram o ano passado, apenas cinco se mantiveram no time. “Não adianta. Sem investimento é difícil manter um elenco. A gente faz um atleta e os times com maior renda levam. Fica complicado a gente bater de frente com um Metropolitano ou Caravaggio, por exemplo”, finalizou Viera.