A leitura, a cultura e a história de Criciúma estarão em evidência durante a 19ª edição da Feira do Livro. O evento será realizado entre os dias 11 e 25 de julho, na Praça Nereu Ramos, no Centro da cidade, com uma programação que une literatura, apresentações artísticas, oficinas e atividades para diferentes públicos.
Neste ano, um dos principais destaques será a V Semana da Imprensa, que terá exposições voltadas à trajetória do jornalismo criciumense, resgatando a evolução dos meios de comunicação e a contribuição dos profissionais da área para a construção da memória do município.
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A programação foi organizada para atender estudantes da rede municipal de ensino e também a comunidade em geral, com atrações culturais, encontros literários e ações de incentivo à leitura.
“Essa edição reforça o nosso compromisso com a educação, a cultura e a preservação da história de Criciúma. A Feira do Livro já é um evento consolidado e, neste ano, amplia ainda mais o seu papel ao aproximar a leitura da memória da nossa imprensa e oferecer uma programação diversificada para todas as idades. É um investimento no conhecimento e na valorização da nossa identidade”, ressalta o prefeito de Criciúma, Vagner Espindola.
Realizada pela Prefeitura de Criciúma, por meio da Fundação Cultural de Criciúma (FCC) e da Secretaria Municipal de Educação, a feira contará com atividades envolvendo música, teatro, dança, coral, rodas de conversa e oficinas, além de ações promovidas por escolas, entidades culturais e instituições do município.
O evento também terá a participação da Academia Criciumense de Letras (ACLe), da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil – Coordenadoria de Santa Catarina (AJEB/SC) e da Academia de Letras do Brasil – Seccional Santa Catarina (ALBSC).
Dez estandes e mais de 100 mil títulos estarão disponíveis ao público
A edição deste ano contará com dez estandes e aproximadamente 100 mil títulos à disposição dos visitantes. As obras contemplam diferentes gêneros literários e públicos, reunindo opções para crianças, jovens e adultos.
Um dos atrativos tradicionais da feira será novamente o vale livro, em que estudantes das 62 Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) receberão um benefício de R$ 15 para aquisição de obras nos estandes participantes. Já os professores da rede municipal terão direito a um vale de R$ 45, com isso o investimento total será de aproximadamente R$ 420 mil.
Fundação Cultural destaca experiências além da venda de livros
Segundo a presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Cristiane Maccari Uliana Zappelini, a proposta da feira vai além da comercialização de obras e busca criar um espaço de aprendizado, convivência e valorização cultural.
“Preparamos uma programação diversificada, com apresentações artísticas, oficinas e atividades que valorizam os escritores, jornalistas e instituições culturais do município. Queremos que cada visitante encontre aqui um ambiente de conhecimento, convivência e incentivo à leitura”, destaca.
Para a secretária municipal de Educação, Geovana Benedet Zanette, a iniciativa contribui diretamente para o desenvolvimento dos estudantes.
“A leitura transforma a maneira como as crianças enxergam o mundo. A Feira do Livro proporciona experiências que despertam a curiosidade, estimulam a imaginação e fortalecem o processo de aprendizagem. O vale livro permite que muitos estudantes levem uma obra para casa, incentivando o hábito da leitura”, completa.
Hemeroteca Digital amplia acesso à memória documental de Criciúma
Dentro da programação da Feira do Livro, no dia 14 de julho, será apresentada oficialmente a Hemeroteca Digital, uma plataforma que reunirá jornais e documentos históricos publicados em Criciúma.
O projeto permitirá o acesso online a materiais que atualmente fazem parte do Arquivo Histórico Pedro Milanez, localizado no Centro Cultural Jorge Zanatta. A iniciativa é desenvolvida pela Fundação Cultural de Criciúma em parceria com a Secretaria Municipal de Governança.
A proposta é digitalizar e organizar o acervo histórico do município, disponibilizando os conteúdos em formato PDF para consultas públicas. Além de facilitar o acesso de pesquisadores, estudantes e moradores, a ação também contribui para a preservação dos documentos físicos, muitos deles já afetados pelo desgaste provocado pelo tempo e pelo manuseio.
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