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Kennedy Nunes se antecipa e deixa a Casa Civil de olho nas eleições 2026 em SC

Ex-secretário afirma que decisão evita desgaste político

Por Lucas Mackowieski Criciúma, SC, 02/03/2026 - 16:05 Atualizado há meio minuto
Kennedy Nunes deixa Casa Civil de olho em 2026 | Foto: Divulgação
Kennedy Nunes deixa Casa Civil de olho em 2026 | Foto: Divulgação

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O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, oficializou a saída de Kennedy Nunes da Casa Civil como parte das mudanças no primeiro escalão já de olho nas eleições de 2026.

Em entrevista à Rádio Som Maior, nesta segunda-feira (2), Kennedy explicou que a decisão foi tomada para que ele fique apto a disputar o próximo pleito.

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“O governador me chamou e disse que queria que eu ficasse apto para a eleição. Se é para eu ficar apto, eu prefiro sair já e não esperar o prazo da lei”, afirmou.

Kennedy destacou que a saída antecipada evita desgastes políticos, especialmente na relação com a Assembleia Legislativa. “A Casa Civil é o rim do governo, é o órgão mais sensível politicamente. Não podia arriscar nenhum verniz nessa relação”, afirmou.

Ex-secretário afirma que decisão foi alinhada com o governador | Foto: Divulgação

“Posso ser candidato ou ajudar na campanha”, diz Kennedy

O político lembrou que foi chamado por Jorginho Mello em 2023 para assumir o Detran e, em janeiro de 2025, convidado para comandar a Casa Civil com a missão de destravar processos e agilizar a liberação de recursos aos municípios.

Ouça na íntegra a entrevista:


Segundo ele, houve reformulação de procedimentos internos, aprovação de 84 projetos na Assembleia Legislativa e diálogo direto com prefeitos para apresentar as mudanças implementadas.

Sobre as eleições de 2026, afirmou que ainda não há definição. Disse que pode disputar uma vaga de deputado estadual, deputado federal ou até compor como suplente de senador.

Também admitiu a possibilidade de não concorrer e integrar a coordenação da campanha de reeleição do governador.

Com seis mandatos no currículo, dois como vereador em Joinville e quatro como deputado, além de quase meio milhão de votos na última eleição ao Senado, Kennedy ressaltou que sua decisão não depende apenas de vontade pessoal. Ele afirmou que deixará o nome à disposição para avaliar onde pode contribuir melhor.

A definição deve ocorrer entre maio e junho. Até lá, retorna à iniciativa privada, mas garante que segue apto para uma eventual convocação política.

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