Um adolescente foi alvo de um mandado de busca e apreensão na manhã desta sexta-feira (18), em Forquilhinha, durante uma investigação sobre possível acesso a grupos extremistas e conteúdos relacionados à violência em plataformas digitais.
A medida foi cumprida em apoio à Promotoria de Justiça da Comarca de Forquilhinha e faz parte da Operação “Sinal Amarelo”. O mandado foi autorizado pela Justiça após pedido do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), que apura um possível ato infracional.
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O adolescente já era acompanhado por órgãos da rede de proteção após episódios de agressividade, ameaças e dificuldades de convivência social.
Durante esse acompanhamento, surgiram informações sobre acessos frequentes a grupos e conteúdos de natureza extremista e relacionados a práticas criminosas no ambiente virtual.
Equipamentos serão analisados
A investigação também identificou indícios de que poderiam ter sido utilizados mecanismos para dificultar o armazenamento e a recuperação de registros das atividades digitais. Diante do risco de perda de possíveis evidências, a Justiça autorizou a busca e apreensão.
De acordo com o GAECO, os dispositivos recolhidos serão encaminhados à Polícia Científica. “O material eventualmente coletado passará por análise técnica especializada”, informou o órgão.
- Mandado foi cumprido nesta sexta-feira (18)
- Ação ocorreu em Forquilhinha
- Adolescente é investigado por possível ato infracional
- Investigação envolve atividades em plataformas digitais
- Equipamentos eletrônicos foram apreendidos
- Material será submetido a perícia
A operação recebeu o nome de “Sinal Amarelo” como referência a um alerta preventivo diante de situações de vulnerabilidade e risco. O objetivo, segundo o GAECO, é identificar sinais de alerta e agir de forma antecipada diante de possíveis situações de violência.
Investigação tramita sob sigilo
O CyberGAECO integra a estrutura do GAECO e atua na prevenção e investigação de infrações penais praticadas em ambientes virtuais. O grupo é coordenado pelo Ministério Público de Santa Catarina e reúne integrantes de diferentes órgãos de segurança e fiscalização.
A investigação segue sob sigilo. Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das diligências e a publicidade dos autos.
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