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Plenário

Hospitais filantrópicos de SC não têm recursos para zerar filas de cirurgias, diz Zé Milton

Situação está na pauta da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde na Alesc
Por Stefanie Machado Criciúma, SC, 18/08/2023 - 10:36 Atualizado em 18/08/2023 - 10:48
Foto: Reprodução/Redes sociais
Foto: Reprodução/Redes sociais

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A situação dos hospitais filantrópicos em Santa Catarina está no radar da Frente Parlamentar em Defesa da Saúde na Assembleia Legislativa. Na pauta desta semana, esteve a necessidade de atualização da Política Hospitalar Catarinense e o reajuste dos repasses do Ministério da Saúde a essas unidades. O assunto foi destaque no Plenário desta sexta-feira (18), que contou com a participação do deputado estadual Zé Milton Scheffer (PP), que também é presidente da Frente Parlamentar. 

Ouça a entrevista:

Os hospitais filantrópicos são responsáveis por mais de 70% dos atendimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e atende três pacientes pelo preço de um, segundo o deputado. "Na hora que uma situação de saúde for grave em Lauro Müller ou em Praia Grande, a pessoa vai bater na porta do Hospital São José, não importa se são três horas da tarde ou três horas da manhã. Então tem que ter recursos e condições de trabalhar", avaliou o deputado

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No início do ano, o Governo do Estado anunciou o plano para zerar a fila de 105 mil cirurgias eletivas em seis meses. Esse tempo passou e aproximadamente 45% da meta foi cumprida. Sobre isso, a secretária de Estado da Saúde, Carmen Zanotto, disse que as principais dificuldades são a localização dos pacientes devido ao longo tempo de espera e a ausência deles na realização dos procedimentos. 

"Por que tem fila? Porque o SUS, e a gente tem que olhar para o Governo Federal e Governo do Estado, paga muito pouco. Se os hospitais fizerem muitas cirurgias, vão à falência, não conseguem pagar os médicos e atender", afirmou Zé Milton. "Eles querem colocar uma meta para o hospital, mas não tem recurso financeiro suficiente", completou. 

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