Postos de combustíveis em Criciúma registraram longas filas no fim da tarde desta quarta-feira (18), em meio à incerteza sobre uma possível greve dos caminhoneiros. O movimento intenso foi motivado pelo receio de desabastecimento, apesar de a paralisação ainda não estar oficialmente confirmada.
A mobilização dos caminhoneiros segue indefinida e as lideranças estão avaliando neste momento as medidas propostas pelo governo. Segundo informações do site Veja, o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, afirmou nesta quarta-feira (18) que a categoria aguarda do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um detalhamento das medidas para regular os preços dos fretes. Segundo ele, o indicativo de paralisação está mantido, mas a decisão final ainda depende dessas definições.
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Durante a tarde, associações de caminhoneiros se reuniram para avaliar se os anúncios do Ministério dos Transportes atendem às demandas da categoria. Como encaminhamento, foi definida a realização de uma assembleia nacional nesta quinta-feira (19), em Santos, no litoral paulista, onde os trabalhadores decidirão se irão iniciar a greve ou quais serão os próximos passos do movimento.
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