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Forcri pede a não judicialização da privatização da BR 101-Sul

Órgão que congrega as entidades da sociedade civil organizada de Criciúma enviou ofício a autoridades políticas enaltecendo a necessidade das concessões para a manutenção da rodovia
Redação
Por Redação Criciúma - SC, 12/01/2020 - 20:27
Foto: Arquivo / 4oito
Foto: Arquivo / 4oito

As cinco organizações componentes do Fórum das Entidades de Criciúma (Forcri) deliberaram pela união de forças no sentido de sensibilizar as autoridades públicas regionais a não partirem para a judicialização do processo de privatização da BR-101 Sul. 

As associações enviaram um documento apresentando 12 justificativas para a decisão de apoiar o encaminhamento da gestão da principal rodovia da região para a iniciativa privada e a construção das praças de pedágio na região.

ACIC, CDL, Somarsul (Lojas Maçônicas), Lions e Rotary Clubes da cidade assinam o documento apontando como principais considerações a realização de três audiências públicas sobre o tema (em Criciúma, Florianópolis e Brasília), a condução dos processo na confomidade da Lei, o atual estado da rodovia e a incapacidade do Poder Público em mantê-a em boa conservação e as benfeitorias estruturais previstas. 

No entendimento das entidades, a judicialização com o objetivo de barrar a privatização resultaria na postergação do processo, incorrendo, em longo prazo, em prejuízos para a sociedade Sul Catarinense em virtude da falta de manutenção e investimentos estruturais importantes, com risco de comprometimento da segurança e fluidez do eixo rodoviário para Santa Catarina, o Brasil e o Mercosul.