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Exportações catarinenses crescem 4,8% em janeiro

Índice brasileiro chegou a 13,8%. Santa Catarina arrecadou US$ 591,3 milhões
Por Redação Criciúma - SC, 07/02/2018 - 17:23
(foto: reprodução)
(foto: reprodução)

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) divulgou dados referentes as exportações de janeiro, quando o Estado apresentou crescimento de 4,8% em relação ao mesmo período de 2017. Foram US$ 591,3 milhões, deixando Santa Catarina com a nona colocação no país, responsável por 3,5% do total exportado. No Brasil, as exportações cresceram 13,8%.

No primeiro mês do ano o país faturou US$ 16,9 bilhões com as exportações, ante US$ 14,1 bilhões de importações, gerando superávit de US$ 2,8 bilhões. Em Santa Catarina, a produção de carne de aves caiu 11,1%, mas representa 22,2% do total nacional, já a carne suína responde por 49% do total brasileiro.

"Quer dizer, os principais itens da nossa pauta de exportação têm uma participação relevante no contexto nacional. O cenário internacional tem um ambiente favorável. Os países para os quais exportamos mais acentuadamente, como é o caso dos Estados Unidos, China e Argentina, tendem a ter um crescimento na sua economia neste ano. Então devemos ter um bom ano em termos de exportação", avalia o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte.

Em janeiro de 2018, as exportações catarinenses cresceram em todos os segmentos de produtos por fator agregado. O grupo mais representativo corresponde aos manufaturados (que representam 54% do montante exportado), embora a maior ampliação esteja nos semimanufaturados – que se ampliaram 58,9%. Os produtos básicos, que compreendem 40,7% das exportações, mantiveram-se estáveis, variando 0,1%.

Considerando a participação na pauta de exportações, os destaques ficaram para carne de aves (com decréscimo de 11,1% em relação a janeiro de 2017), enviadas principalmente para o Japão (que deteve 22,6% da compra do bem), carne suína (que recuou 5,6% no mês), destinada principalmente para a China (42% do produto exportado) e partes de motor (com ampliação de 41,5%), destinada especialmente para os Estados Unidos (que detêm 44,8% das compras). Esses produtos, somados ao tabaco não manufaturado e à soja, respondem por 43,46% do valor exportado pelo Estado em janeiro.