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Ex-diretor de Cultura sugere que Bica d'Água seja desenterrada

Carlinhos Ferreira recomendou a revelação da bica d’água responsável pela distribuição de água potável na cidade nos anos 40, 50 e 60. 
Por Kelley Alves 04/01/2018 - 12:44Atualizado em 04/01/2018 - 13:37
(foto: Kelley Alves)
(foto: Kelley Alves)

Com as obras de reestruturação do Centro Cultural Jorge Zanatta, surge os principais contextos históricos que marcaram a edificação erguida na década de 40 em Criciúma. Durante o Jornal das Nove desta quinta-feira, o expresidente da Fundação Cultural de Criciúma Carlinhos Ferreira falou sobre os fatos que marcaram a história do atual Centro Cultural e recomendou a revelação da bica d’água responsável pela distribuição de água potável na cidade nos anos 40, 50 e 60. 

“Temos nesse prédio, seguindo a linha do muro, possivelmente enterrada, a bica d’água que fornecia água potável para a cidade nos anos 40, 50 e 60. Revelar essa bica, que vinha do poço da parte alta do prédio, é algo que deve ser observado pela prefeitura e pelos engenheiros”, sugeriu o ex-presidente.

Segundo Carlinhos, na década de 60 o prédio foi reformado e a bica enterrada, onde segue até hoje. “Continuaram o muro linear, tiraram o quebrado que era da fonte e enterraram ela. Trazer ela de volta e colocá-la em funcionamento será algo extraordinário para a cidade”, comenta, ainda, Carlinhos.

Características espanholas

Outro ponto comentado pelo ex-presidente foi sobre as características arquitetônicas únicas do prédio. “É interessante falar que ele tem características arquitetônicas espanholas e isso o diferencia de todos os prédios da cidade, que têm traços da imigração italiana. Os detalhes da construção são de origem espanhola, dentro de um contexto urbano italiano”, lembra.