A postura, elegância, sofisticação, oratória e boa comunicação com o público são requisitos básicos para eleger a Miss Santa Catarina. Mas as exigências não param por aí.
Além da beleza, as candidatas precisam ter a chamada “beleza do bem”, sendo embaixadoras de projetos sociais. As jovens são desafiadas a se engajar em temas que façam a diferença para a sociedade.
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“As candidatas precisam criar projetos com temas livres, mas que façam bem para alguém. Pode ser com asilos, orfanatos ou animais. O importante é fazer a diferença”, afirma Yuri Pizzetti, organizador do evento.
O conjunto de características é determinante para o resultado e para a seleção das finalistas. Ao todo, 15 jovens disputam o Miss Santa Catarina. “Todas as características têm peso igual e as candidatas são acompanhadas durante todo o ano. No final, as que se destacam vão para a final”, explica o organizador.
A abertura do concurso é feita com o Miss Criciúma e finalizada com o Miss Santa Catarina, também em Criciúma. O objetivo é valorizar a cidade carvoeira. A grande final está prevista para outubro, no Nações Shopping.
“Organizo o concurso há 10 anos e, como bom criciumense, valorizo a minha cidade. Sempre começamos e terminamos aqui”, afirma Pizzetti.
Longo jejum de títulos para a cidade
Quase duas décadas se passaram desde a última vitória de uma representante de Criciúma no concurso estadual. A última criciumense a conquistar o Miss Santa Catarina foi Anelise Lalau Silveira, em 2008. A trajetória da modelo rendeu o quarto lugar no Miss Universo.
“Ela fez carreira no concurso, começando como Miss Criciúma e chegando a representar o Brasil na Turquia, em 2009”, conta o organizador.
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