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Empresários querem que o governo atrapalhe menos

Expectativa é de que 2019 seja melhor para a economia brasileira e com várias reformas
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 18/12/2018 - 08:35Atualizado em 18/12/2018 - 08:38
(fotos: Erik Behenck)
(fotos: Erik Behenck)

O ano está terminando, em 2018 teve Copa do Mundo, eleições e diversas mudanças na política. Para fazer um balanço sobre a situação econômica e de investimentos no país, o Programa Adelor Lessa recebeu os empresários Olvacir Fontana, Felipe Cardoso Fabris, Anselmo Freitas e Edmilson Zanatta. Eles apostam que as condições vão melhorar a partir de 2019.

“2018 começou com uma boa expectativa. Se tinha uma pressão muito grande sobre a política, era uma dúvida total sobre quem seria o presidente, no fim ganhou um que a maioria não acreditava. Com a eleição dele já houve mudanças na política e com isso a gente nota que o clima nas empresas e nas pessoas já mudou, estão com mais esperança e concentrados nesse novo modelo”, afirmou o presidente da Construtora Fontana, Olvacir Fontana.

Utilizando uma plataforma de vendas de ingressos com a tecnologia Blockchain, semelhante às criptomoedas, a WiZED é uma das principais startups de Criciúma. “Avaliamos um cenário bem positivo. Crises vem e vão, o novo governo vai flexibilizar as questões empresariais. O Brasil tem grandes empresários, grandes trabalhadores, é um povo criativo”, disse o sócio da empresa, Felipe Cardoso.

Expectativa pelo novo ministério

O presidente eleito Jair Bolsonaro anunciou já durante a campanha que o economista Paulo Guedes seria o chefe da pasta da Fazenda. “O Paulo Guedes está colocando o dedo no lugar certo. Eu tô esperando para ver o que vai acontecer com juízes e promotores. Há 30 anos eu estou contribuindo com o valor máximo, e vai dar R$ 4 mil de aposentadoria, o Comandante Moisés tem 49 anos e já está aposentando, eu não tô dizendo que não é justo”, afirmou Anselmo Freitas, da Cristalcopo.

A expectativa é de que reformas sejam feitas na economia, possibilitando avanços do país para diversos sentidos. Para Edmilson Zanatta, vice-presidente da Farben Tintas: “O governo não precisa atrapalhar a gente. Tem algumas reformas que são imprescindíveis para a gente, tem a reforma tributária, a reforma política. Tem muitas empresas que não tem serventia nenhuma”, afirmou.

Confira a entrevista na íntegra: