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Eleições 2020

Em Forquilhinha, empate técnico entre Lei e Neguinho

Segundo levantamento do IPC e Rádio Som Maior coloca três cenários, variando entre três e sete candidatos
Denis Luciano
Por Denis Luciano Forquilhinha, SC, 15/09/2020 - 08:01Atualizado em 15/09/2020 - 08:05
Arquivo / 4oito
Arquivo / 4oito

O segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC) para as eleições em Forquilhinha, há exatos dois meses do dia do voto - em 15 de novembro - aponta para equilíbrio entre as candidaturas que despontam.

Com a margem de erro de 4,9% na pesquisa contratada pela Rádio Som Maior, é possível constatar um empate técnico entre Lei Alexandre (PP) e José Cláudio Gonçalves, o Neguinho (PSD). Foram propostos três cenários, com sete, cinco e três concorrentes. O índice de indecisos está girando entre 10% e 11%, e ultrapassa os 50% na espontânea.

Confira também - Pesquisa confirma: cenário acirrado em Forquilhinha

O IPC fez 400 entrevistas nos dias 13 e 14, a margem de erro é de 4,9% e o índice de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sob o nº SC04155/2020.

Na espontânea, mais da metade indecisos

A pesquisa espontânea aponta que 51% dos forquilhinhenses não definiram candidato. Lei Alexandre tem 17,5%, e Neguinho alcança 15,5%. Giovane de Godoi soma 7,5%. Os que não votam em nenhum são 3,5%. Depois aparecem Félix Hobold com 1,8%; Carlos Nola com 1,5%; Rangel Loch (0,8%), Juliano Arns (0,5%), Maciel da Soler (0,3%) e Dimas Kammer (0,3%).

Na variação, os indecisos diminuíram 1% em dois meses, desde a pesquisa anterior, em julho. Lei aumentou 3,5% e Neguinho idem, mais 3,5%. Giovane cresceu 1,7%.

Estimulada com sete candidatos

No primeiro cenário de estimulada, com sete candidatos, Lei Alexandre (PP) tem 30,5%. Neguinho (PSD) alcança 28,5%, uma diferença de 2%. Giovane de Godoi (PL) alcança 12,8%. Maciel da Soler (PDT), que já retirou a candidatura, teve 5,3%, mesmo índice de Félix Hobold (PT). Carlos Nola (PSL) tem 2% e Juliano Arns (Podemos), 1,3%. Os indecisos são 10,8% e os que não votarão em nenhum desses candidatos somam 3,8%.

Na variação das pesquisas de julho a setembro, Lei aumentou 1,1%. Neguinho cresceu 3,9%. Giovane aumentou 1,8%. Os indecisos tiveram acréscimo de 3,6%.

Segundo cenário com cinco concorrentes

No segundo cenário de estimulada, com cinco candidatos, tem Lei com 33% e Neguinho com 31,3%. Giovane aparece com 14%, Nola tem 2% e Juliano, 1,8%. Os indecisos são 11,3% e os que não votam em nenhum, 6,8%.

Três candidatos colocados

O terceiro cenário apresentado conta com três candidaturas, e apresenta os seguintes resultados: Lei com 33,8%, Neguinho com 32% e Giovane, 15,5%. Os indecisos chegam a 11,5% e os que não sabem, 7,3%.

Em relação à pesquisa anterior, nesse cenário, Lei teve pequena variação, de +0,2%. Neguinho subiu 4,6%. Giovane aumentou 1,7%. Os indecisos recuaram 1,3% e os que não votarão em nenhum dos candidatos recuaram 5,1%.

Os números da rejeição

A maior rejeição é de Neguinho, 19,3%. Lei é rejeitado por 17% dos eleitores e 7% não votariam em Maciel da Soler, 6,3% dizem não a Carlos Nola, 5,8% rejeitam Felix Hobold, 4,3% não votam em Juliano Arns e 3,3% rejeitam Giovane de Godoi.

A rejeição de Neguinho recuou 1,7% e a de Lei diminuiu 1%. A de Giovani diminuiu 0,7%.