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Despesas públicas com a Previdência Social tiveram um aumento de 612% nos últimos 10 anos, destaca Moacir Pereira

A previsão para esse ano é de R$ 5 bilhões ou R$ 416 milhões por mês
Letícia Ortolan
Por Letícia Ortolan Florianópolis, SC, 21/06/2021 - 11:11Atualizado em 21/06/2021 - 12:08
Foto: Divulgação/Governo de SC
Foto: Divulgação/Governo de SC

O jornalista político, Moacir Pereira, trouxe ao Programa Adelor Lessa, nesta segunda-feira, 21, atualizações nas áreas política, jurídica e administrativa de Santa Catarina. O primeiro fato envolve o Desembargador Ricardo Teixeira do Valle Pereira, que assume hoje, às 15h, a posse do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), substituindo Victor Luiz dos Santos Laus.

Natural de Florianópolis, o novo desembargador possui 57 anos de idade e está há 28 anos na Magistratura Federal. Já atuou como promotor de justiça em Santa Catarina antes de ingressar na Justiça Federal. Possui especialidades em Direito e é filho do falecido Whashington Luiz do Valle Pereira, destaque como provedor de uma entidade envolvida em quatro projetos de amplitude social e educativa.

Pereira destacou que ainda durante esta segunda-feira, cerca de 20 mil advogados de Santa Catarina elegerão seis de 12 opções para a lista sêxtupla ao cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
No outro final de semana, os presidentes de todas Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), estiveram reunidos em Joinville e aprovaram proclamação a carta que enfatiza a retomada gradativa das atividades presenciais na Justiça Estadual, Federal, Trabalhista e Eleitoral.

Na área política e administrativa, até quinta-feira, 24, o governador Carlos Moisés deverá enviar o projeto da reforma da previdência à Assembleia Legislativa. Negociações continuam sendo conduzidas pelo secretário da Casa Civil, com a participação de líderes parlamentares e envolvendo setores corporativos e de outros poderes.

Os secretário mostraram dados sobre a atual situação e as perspectivas sombrias dos futuros servidores se não houver a reforma. “Carlos Moisés afirmou em entrevista que se não houver essa reforma, a previdência social vai quebrar”,enfatizou. 
Entre os dados considerados mais impactantes e divulgados pelo governo, destaca-se que em 10 anos, as despesas públicas com a Previdência Social dos servidores tiveram um aumento de 612%, a previsão para esse ano é de R$ 5 bilhões de reais ou R$ 416 milhões por mês.