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Depois de quase 12 horas, BR-101 é reaberta em Maracajá

Longa fila ainda está formada no sentido sul, e o trânsito deverá levar três horas para ser normalizado
Denis Luciano
Por Denis Luciano Maracajá, SC, 19/12/2019 - 19:10Atualizado em 19/12/2019 - 19:16
Um dos momentos de congestionamento na BR / Fotos: Agora Sul / Especial
Um dos momentos de congestionamento na BR / Fotos: Agora Sul / Especial

Está concluída a operação de rescaldo na BR-101 após o acidente com uma morte acontecido às 7h15min desta quinta-feira, 19, na altura do quilômetro 396 da rodovia, em Maracajá, no sentido norte-sul. A liberação se deu pouco antes das 19h. Ou seja, foram quase 12 horas de interrupção do tráfego para o atendimento da ocorrência. A previsão da Polícia Rodoviária Federal (PRF), agora, é que serão necessárias três horas para a normalização do fluxo no trecho.

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O acidente envolveu quatro carretas: uma que tombou no fim da tarde desta quarta-feira, 18, e outras três que transitavam em comboio pouco depois das 7h desta quinta quando houve o acidente. A primeira delas conseguiu desviar, a segunda também mas acabou atingida pela terceira, cujo condutor não observou a manobra. Em seguida, formou-se um incêndio na colisão dos caminhões e o condutor de um deles, um motorista paranaense de 34 anos, faleceu no local, carbonizado. Ele era irmão do condutor da outra carreta envolvida na ocorrência. As três que viajavam em comboio transportavam uma carga de ferros velhos do Paraná com destino ao Rio Grande do Sul.

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O corpo da vítima foi retirado do caminhão por volta das 10h. Antes disso, a pista do sentido oposto ao do acidente, a sul-norte, também teve que ser bloqueada, pois nela posicionou-se o caminhão do Corpo de Bombeiros que efetuou o combate às chamas que subiram logo após a colisão. Próximo às 10h30min houve a liberação do tráfego para quem viajava de Porto Alegre para Florianópolis, e que durante a interrupção tiveram que fazer uso do acostamento e da via marginal.

O problema maior do trânsito esteve no sentido do acidente. Pela demora da operação de atendimento e rescaldo, a fila foi se formando, chegando aos 8 quilômetros em seguida das 11h, passando dos 10 quilômetros no início da tarde e alcançando os 12 quilômetros próximo das 16h. Nesse horário, a fila começava dois quilômetros depois do acesso Criciúma pela Via Rápida, e complicando as entradas na cidade pela Quarta Linha e Verdinho, via rodovias Luiz Rosso e Jorge Lacerda.