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Creche da Afasc segue aberta em meio à greve, mas limita atendimento em Criciúma

Creche Maria de Assis Góes, no bairro São Luiz, funciona com apenas 10 professores

Por Gabrielle Rebelo 12/05/2026 - 09:11 Atualizado há 17 segundos
CEI no Bairro São Luiz está aberta com atendimento reduzido - Foto: Enio Biz/4oito
CEI no Bairro São Luiz está aberta com atendimento reduzido - Foto: Enio Biz/4oito

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O Centro de Educação Infantil (CEI) Maria de Assis Góes, no bairro São Luiz, em Criciúma, está funcionando parcialmente nesta terça-feira (12) devido à greve dos professores da Afasc (Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma). Segundo informações do repórter Enio Biz, apenas 10 professores compareceram para trabalhar.

Com o número reduzido de profissionais, os alunos que chegam acompanhados dos pais estão sendo distribuídos em cinco salas. Ainda conforme a direção da unidade, as salas já atingiram a capacidade máxima e não há mais espaço disponível.

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A orientação repassada é para que busquem as crianças ao meio-dia, já que no período da tarde não haverá professores suficientes para manter o atendimento. Normalmente, o funcionamento do CEI ocorre até as 18 horas.

Creche da Afasc está funcionando parcialmente com a presença de 10 professores I Foto: Enio Biz/Divulgação/4oito

Pais dizem que foram pegos de supresa 

Um dos pais que deixou o filho na creche relatou a situação enfrentada na manhã desta terça-feira. “O que o pessoal aqui do colégio me informou é que o meu filho pode ficar no máximo até meio-dia, por falta de efetivo, poucas professoras. E que talvez depois do meio-dia não tenha mais nenhuma professora”, disse.

O pai também comentou sobre o impacto da paralisação e afirmou compreender a reivindicação dos profissionais. “Não está sendo um ano fácil. A gente é pego de surpresa, mas também não pode culpar os professores. Eles estão buscando os direitos deles, então a gente entende isso.”

Professores da Afasc fazem greve pelo pagamento do piso salárial I Foto: Enio Biz/Divulgação/4oito

Professores da Afasc lutam pelo pagamento do piso 

Segundo o sindicato da categoria, cerca de 350 professores devem participar da paralisação. A greve ocorre em reivindicação ao pagamento do piso nacional do magistério, atualmente fixado em R$5.130,64 para uma jornada de 40 horas semanais. Os profissionais alegam que recebem atualmente cerca de R$3,1 mil, valor considerado abaixo do piso da categoria.

A Afasc chegou a tentar, por meio da Justiça, impedir a paralisação nas creches do município. No entanto, o Tribunal Regional do Trabalho rejeitou o pedido de liminar contra a greve em decisão assinada na noite desta segunda-feira (11) pelo juiz Hélio Henrique Garcia Romero.

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