Uma atleta olímpica vem chamando a atenção não apenas pelo desempenho físico, mas também pelo preparo mental. A esquiadora Eileen Gu, que também é estudante da Stanford University, já acumulou mais de US$ 20 milhões em patrocínios.
Aos 22 anos, ela atribui parte significativa do sucesso a um ritual de treino mental que inclui escrever em diário e analisar de forma rigorosa os próprios pensamentos.
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Neuroplasticidade como estratégia
Eileen afirma trabalhar a mente por meio da neuroplasticidade, capacidade do cérebro de se reorganizar, como estratégia para moldar hábitos, direcionar o pensamento e, segundo ela, “se tornar exatamente quem quer ser”.
A abordagem, que integra o cérebro ao treinamento esportivo, colocou-a entre as atletas mais bem pagas do mundo e tem sido citada por especialistas como exemplo do impacto da mentalidade no alto rendimento.
De acordo com a Forbes, em 2025, ela faturou US$ 23,1 milhões, tornando-se a quarta atleta mais bem remunerada do planeta, à frente de nomes como Naomi Osaka e Caitlin Clark.
Fortuna fora das pistas
O dado que mais chama atenção, porém, está na composição da receita. Menos de 1% dos ganhos estimados em 2025 vieram de premiações esportivas. A maior parte, segundo a Fortune, é resultado de contratos publicitários com marcas como Red Bull, Porsche e TCL, além da atuação consistente como modelo e influenciadora global.
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