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As possíveis surpresas nas eleições municipais de 2020

Archimedes analisa o que pode vir a surpreender nas eleições deste ano
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC, 31/01/2020 - 09:08Atualizado em 31/01/2020 - 09:26

O assunto que pauta todas as discussões já no início do ano e que proporciona movimentações diárias entre os partidos políticos, é a eleição municipal de 2020 em Criciúma. Muitas vozes nas ruas do município já liquidam o pleito a favor do atual inquilino do Paço Municipal, Clésio Salvaro, que é candidato a reeleição neste ano.

Mas, de acordo com Archimedes Naspolini Filho, esta certeza liquidada por muitos não necessariamente será vista no dia quatro de outubro, durante a votação e as respectivas apurações da eleição. Isso porque, até lá, há ainda muito tempo para que ocorram fatos e eventos que poderão mudar muitas “prosas” ditas por aí atualmente.

E algo que ainda há de dar o que falar para as eleições deste ano, é a inauguração do Parque Altair Guidi, ocorrida ainda no início deste ano. “O retorno das atividades judiciais deve revelar alguns fatos que poderão começar a entornar o caldo eleitoral do próximo outubro. Como aquela placa que dá em caracteres garrafais o nome do atual prefeito como construtor do parque centenário, dando-lhe a denominação de Altair Guidi, numa inequívoca demonstração de auto-promoção e propaganda eleitoral atípica”, disse.

O jornalista ainda ressalta a inauguração do parque que, segundo ele, não está concluído e deve dar muita dor de cabeça para o atual prefeito nas eleições. Além disso, poderão haver surpresas no momento das eleições, um período pós primeiras pesquisas, assim como aconteceu em 2003 em Criciúma.

“E eu me atrevo a olhar para trás, 2003, para aquele pleito municipal em que Eduardo Moreira foi derrotado por Décio Góes, e imagino que isso seja relembrado por todos. A primeira pesquisa de opinião, para saber a direção daquele pleito de 2003, revelou que Décio contava com 6%  das intenções de voto, contra 65% atribuídos à Eduardo Pinho Moreira - e o eleito foi Décio Góes”, disse.

Há ainda a possibilidade da onda de renovação imposta nas últimas eleições para a presidência da república vir a incomodar - já que, esta, segue forte. “O quadro de hoje, vamos escrever, será bem diferente daqueles que as urnas pintarão em sete de outubro”, concluiu.