O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que a defesa do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, preste esclarecimento em um prazo de 24 horas, referente a uma arma de fogo de pertencente à Bolsonaro, apreendida em uma blitz da Polícia Militar do Distrito Federal na noite dessa segunda-feira (15).
Segundo o ministro, a arma foi apreendida, quando um Honda Civic foi parado em Taguatinga, região administrada pelo Distrito Federal (DF). Durante a abordagem, o motorista disse que é servidor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e confirmou que a arma pertencia ao ex-presidente Bolsonaro.
LEIA MAIS
- PL lança pré-candidaturas de Jorginho à reeleição e Flávio Bolsonaro à Presidência durante ato em SC
- Entenda como lei que pode atingir Bolsonaro abre brecha para reduzir penas do 8 de janeiro
- Júlia Zanatta se diz “pronta para o combate” após ser indicada como possível vice de Flávio Bolsonaro
Durante a blitz, também foi encontrado um carregador extra que pertencia a pistola modelo Glock 9 milímetros. Em depoimento na delegacia, o motorista explicou que a pistola lhe foi entregue em razão de um defeito. De acordo com o motorista, a pistola foi retirada no próprio dia 15 com o objetivo de realizar o reparo dela.
Moraes pediu também para que o tenente-coronel Allenson Lopes, responsável pelas medidas de segurança do regime domiciliar humanitário, esclareça se a ordem judicial de revista de carros que saem da residência de Bolsonaro está sendo cumprida.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar
O ex-presidente Jair Bolsonaro, está em prisão domiciliar desde o dia 24 de março, após deixar o hospital por conta de uma internação para tratar um quadro de pneumonia bacteriana.
Antes da prisão domiciliar, Bolsonaro cumpria pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista.
DEIXE AQUI SEU PALPITE PARA O JOGO DO CRICIÚMA!