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Apresentado e louco para trabalhar

Paulo Baier espera unir as experiências como jogador e técnico do Toledo, do Paraná, para escrever seu nome na história do Próspera
Por Lucas Renan Domingos Criciúma, SC, 07/08/2018 - 08:40
Ex-jogador espera apoio da torcida para crescer junto com o Próspera / Foto: Daniel Búrigo / A Tribuna
Ex-jogador espera apoio da torcida para crescer junto com o Próspera / Foto: Daniel Búrigo / A Tribuna

A contratação estava confirmada já na última quinta-feira, mas o nome de Paulo Baier como novo técnico do Próspera foi oficializado na tarde de ontem, quando o ex-jogador do Criciúma foi apresentado pelo Time da Raça. Agora ele terá pouco menos de um mês para trabalhar o time formado por jogadores da base do clube e mais alguns reforços para a estreia no Campeonato Catarinense da Série C, no dia 2 de setembro, contra o Orleans, no Estádio Mario Balsini.

A experiência de Paulo Baier dentro das quatro linhas, muita gente conhece. O segundo lugar no ranking dos artilheiros do Campeonato Brasileiro na era dos pontos corridos, superado apenas pelo atacante Fred, atualmente no Cruzeiro (MG), mostra que com a bola nos pés ele tinha talento. Já a experiência na beira do gramado, como técnico, ainda é recente.

No início do ano, ele comandou o time do Toledo, do Paraná, durante o campeonato estadual. O Próspera será sua segunda oportunidade como treinador. “Estou muito feliz e satisfeito em poder continuar me aperfeiçoando no futebol. Desejo contribuir com minha experiência, profissionalismo e dedicação que tive como jogador. Como técnico quero seguir ainda nesse caminho certo e correto. Estou aqui falando com vocês, mas louco para ir no campo trabalhar”, declarou o treinador na coletiva para a imprensa.

Sem moleza para a molecada

Baier terá o desafio de trabalhar com jogadores novos. O regulamento da Série C permite que o elenco dos times que irão disputar o campeonato tenham apenas cinco atletas acima de 23 anos. De fala mansa e calma, ele alega que os moleques serão exigidos durante os treinamentos e jogos.

“Meu trabalho é muito crítico em relação ao profissionalismo. Tenho 21 anos como jogador de futebol e sempre me cobrei em ser muito profissional. Sou exigente, mas se os atletas forem profissionais, com certeza terão um amigo, que incentiva e apoia. Mas, mesmo ganhando, tem que cobrar”, revelou.