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A Copa vista por criciumenses

Do Avesso recebeu empresários que estiveram na Rússia durante o Mundial para um papo sobre cultura e futebol
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 19/07/2018 - 16:05Atualizado em 19/07/2018 - 16:28
(foto: Luana Mazzuchello)
(foto: Luana Mazzuchello)

A 21ª edição da Copa do Mundo terminou no dia 15 com título francês. Os empresários Walter Ghislandi, Fabrício Schambeck, Nei Milanez e Francisco Balthazar foram até a Rússia acompanhar o torneio e no Programa do Avesso, da Rádio Som Maior, contaram tudo sobre a competição.

“A primeira vez que fomos para jogos foi na Copa das Confederações aqui no Brasil, pros jogos do Brasil contra Uruguai e Itália e Espanha, depois acompanhamos a Copa aqui e agora fomos para a Rússia, a gente é novo, quer acompanhar todas”, disse Schambeck.

Um dos maiores problemas do país é a comunicação já que poucos falam outra língua sem ser o russo, até o alfabeto é diferente do nosso. “Eu assisti jogos em três cidades, os prédios são muito bem pintados. Não existe moto pequena na Rússia, é tudo carrão e quase ninguém fala inglês por lá”, contou Milanez.

Na Rússia não pode consumir bebidas alcoólicas na rua, também não é adequado atravessar o sinal vermelho. Schambeck lembrou que antes do jogo entre Espanha e Rússia encontrou um cambista, brasileiro. Chico Balthazar destacou outra curiosidade: “Eu fiquei no hotel da Globo, lá dentro tinha um wiskeria, dentro do hotel, liberadasso. Eu nem entrei lá”, disse.

Confira o Programa do Avesso na íntegra: