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5 erros que aumentam o risco de infarto sem você perceber

Especialista explica como hábitos cotidianos podem prejudicar a saúde cardiovascular

Por Maryele Cardoso Criciúma, SC, 11/03/2026 - 20:42
Especialista aponta 5 hábitos que elevam o risco de infarto I Foto: Canva/4oito
Especialista aponta 5 hábitos que elevam o risco de infarto I Foto: Canva/4oito

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O infarto ainda é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo. Embora fatores genéticos e hábitos conhecidos, como fumar ou ter uma alimentação inadequada, contribuam para o problema, algumas atitudes do dia a dia também podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares.

Segundo o cardiologista e cirurgião cardiovascular Ricardo Choma, comportamentos comuns da rotina podem afetar diretamente a saúde do coração. Dormir mal, ignorar a pressão alta, manter uma vida sedentária, conviver com estresse constante e interromper tratamentos médicos estão entre os erros mais frequentes.

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Cinco erros na rotina que prejudicam a saúde do coração I Foto: Canva]/4oito

Conheça os cinco principais erros que podem aumentar o risco de ter um infato:

1. Dormir mal

A qualidade do sono tem impacto direto na saúde cardiovascular. De acordo com o médico, dormir pouco ou ter um descanso de baixa qualidade interfere no funcionamento do organismo.

“Muitas pessoas ficam no celular até tarde da noite, assistindo séries ou vendo filmes, e no outro dia precisam acordar cedo para trabalhar. Com isso, acabam dormindo menos do que o necessário e não descansam adequadamente”, explica.

Ele também alerta que o ambiente influencia no sono. Dormir com luz acesa, em locais barulhentos ou sem conforto pode comprometer o descanso.

“Isso aumenta os hormônios do estresse, eleva a pressão arterial e favorece processos inflamatórios nas artérias”, afirma. O ideal, segundo o especialista, é dormir pelo menos seis horas por noite, com um sono realmente reparador.

Falta de sono eleva hormônios do estresse e pressão arterial I Foto: Canva/4oito

2. Ter uma rotina sedentária

O sedentarismo também pode aparecer de forma disfarçada na rotina. Realizar tarefas domésticas ou caminhar ocasionalmente no fim de semana não significa, necessariamente, manter uma vida ativa.

“O exercício que protege o coração precisa aumentar a frequência cardíaca e exigir esforço físico”, explica o cardiologista.

Segundo ele, o recomendado é praticar atividade física por cerca de uma hora, três vezes por semana, ou pelo menos 30 minutos por dia.

3. Achar que dá para sentir quando a pressão está alta

Outro erro comum é acreditar que sempre é possível perceber quando a pressão arterial está elevada.

“Muitas pessoas acham que conseguem sentir quando a pressão está alta, mas na maioria das vezes isso não acontece. Em cerca de 99% dos casos, a pessoa não apresenta sintomas”, explica.

Por isso, a única forma de saber se a pressão está alterada é medi-la regularmente. A hipertensão é um dos principais fatores de risco para inflamação nas artérias, aterosclerose e infarto.

Pressão alta pode passar despercebida e elevar risco de infarto I Foto: Canva/4oito

 

4. Conviver com estresse constante

O estresse crônico é outro fator que pode prejudicar a saúde do coração. Situações prolongadas de preocupação ou tensão podem provocar impactos físicos importantes.

“O estresse crônico é aquela situação que dura anos e nunca se resolve. Pode ser um conflito familiar, insatisfação no trabalho ou problemas financeiros”, afirma.

De acordo com o médico, esse tipo de estresse provoca alterações hormonais, eleva a pressão arterial e favorece processos inflamatórios no organismo.

5. Interromper ou esquecer medicamentos

Por fim, o cardiologista alerta para um erro comum entre pessoas que já têm doenças diagnosticadas: não seguir corretamente o tratamento.

“Pacientes com pressão alta ou diabetes que deixam de tomar a medicação ou não respeitam os horários acabam perdendo o controle dessas doenças”, diz.

Segundo ele, manter o tratamento de forma adequada é fundamental para evitar complicações e reduzir o risco de infarto.

A adoção de hábitos saudáveis, acompanhamento médico regular e atenção aos sinais do corpo são medidas essenciais para proteger o coração e prevenir problemas cardiovasculares.

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