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Primeiro dia do meu filho na escolinha. E agora?

Ananda Figueiredo
Por Ananda Figueiredo 01/02/2018 - 11:00Atualizado em 07/02/2018 - 10:18

O ano acabou de começar, mas janeiro já foi embora e aí não tem outra saída: fim de férias e as crianças precisam ir para a escolinha. Novo ambiente, rostos, cheiros... estes são apenas alguns dos fatores que marcam o início da vida escolar da criança. Além disso, elas precisam aprender a ficar longe dos pais e mães. Fazer dar certo nem sempre é fácil, mas existem algumas estratégias que podem auxiliar:

1) A família precisa, antes de mais nada, confiar na escolha que fez dentre todas as opções de escolinhas. Afinal, é lá que seu pequeno ou pequena ficará na sua ausência.

2) É importante que os pais sejam acolhidos pela equipe da escola durante o processo de adaptação da criança. Não tenha medo nem vergonha de ser chato, de questionar nem mesmo de querer participar. Por outro lado, não esqueça que é importante confiar na sua escolha, logo, é importante também levar a sério as orientações da equipe de profissionais.

3) É normal a família se sentir insegura neste período, afinal a adaptação é, também, para os adultos, que precisarão se acostumar a deixar a criança ir para o mundo. Mas é importantíssimo não deixar isso transparecer para a criança. Ora, como a criança acreditará que tudo vai ficar bem se o papai e a mamãe estão chorando no portão?

4) Se com a mãe, por exemplo, a adaptação estiver muito difícil, vale a pena tentar que o pai assuma o processo por um período.

5) Não fuja ou se esconda. É fundamental comunicar a criança todas as vezes em que você for se afastar, até que possa se despedir dela e retornar apenas na saída da escola.

6) Converse com a criança sobre o que irá acontecer. Se possível, visitem a escola antes das aulas quantas vezes forem necessárias até que ela minimanente consiga se sentir confortável. Um sinal de conforto? Ela solta sua mão e brinca no parquinho.

7) Leve para a escolinha um objeto de transição, algo de casa que transmita confiança, como a "naninha" ou o brinquedo preferido.

Claro, isto não é um manual. Você, certamente, conhece seu filho e, assim, conhece também seus sinais - leia-os! Crianças são espontâneas e sinceras, é só você direcionar seu olhar e saber o que perguntar ;)

Tem alguma dúvida? Alguma dica que deu certo com você? Comenta aqui embaixo. Você já sabe, este é um espaço de diálogo e eu quero te ouvir.

4oito

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