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Tati Teixeira quer levar gabinete itinerante e luta pelos direitos dos idosos para a Alesc

Suplente assume cadeira na assembleia após licença do deputado Maurício Eskudlark
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC, 05/01/2021 - 08:33Atualizado em 05/01/2021 - 08:35
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A criciumense e suplente de deputada estadual Tati Teixeira (MDB) assumiu na tarde desta segunda-feira, 4, uma cadeira na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc). Tati assume por um curto período de tempo por conta da licença do deputado Maurício Eskudlark (PL), e já conta com metas bem definidas para sua atuação no legislativo: levar o gabinete itinerante à Alesc e lutar pelos direitos dos idosos.

“Vamos levar o gabinete itinerante para dentro da Assembleia também, e nos próximos dias iremos divulgar as formas de ligação para contato com os cidadãos. Tudo será reorganizado, reprogramado diante da realidade que nos pede para agirmos, vamos levar o gabinete itinerante porque acreditamos que é a melhor forma de estarmos ouvindo e sendo uma ferramenta de transformação para as pessoas”, comentou a deputada.

O gabinete itinerante é uma estratégia que surge para aproximar a população do legislativo, fazendo com que os ocupantes da Alesc conheçam de perto os problemas e dificuldades da população. Para Tati, o diálogo dentro da Assembleia é extremamente necessário e será uma de suas principais apostas para a curta atuação.

Psicopedagoga formada, a deputada foi vereadora por dois mandatos consecutivos na Câmara de Criciúma. Ainda sim, nunca se manteve longe da profissão e, nos anos seguintes aos seus mandatos, continuou se dedicando ao setor privado atendendo clinicamente jovens e crianças com problemas de aprendizado. E foi na profissão, estudando as questões que envolvem o envelhecimento, que surgiu a pauta de luta pelos direitos e qualidade de vida dos idosos.

“A questão mais importante entre tantas é a do debate em torno do idoso. Nos quadros demográficos, o que mais cresce hoje é a característica de que passaremos de um país jovem para idosos, e todo mundo quer viver o máximo possível. Temos que estar preparados para quando chegarmos nessa idade sermos recebidos de uma forma dentro da família e na sociedade como um todo”, pontuou.

A deputada já está em conversa com o gabinete de Eskudlark e, também, com o presidente da Alesc, Júlio Garcia (PSD) para realizar um levantamento e verificar o que existe dentro da assembleia em torno dessa pauta. O objetivo é construir setores e discutir toda essa questão que envolve a qualidade de vida do idoso, na prática.

“Na minha avaliação, são quatro eixos fundamentais que temos que primar para o idoso: saúde e acesso de saúde de qualidade, a questão econômica de como lidar com uma pessoa que produzia frequentemente e, com o tempo, deixará de produzir um pouco, a questão social e cultural de envolvê-lo culturalmente”, ressaltou.