A Secretária de assistência social e habitação de Forquilhinha, Cléu Cavassini, denunciou em suas redes sociais na tarde dessa quarta-feira (27), que vem sendo alvo de perseguição, intimidação e violência de gênero por um morador do município.
Segundo a secretária, o agressor passou a frequentar os mesmos locais que ela tentando constranger ela e seus funcionários. “Ele passou a frequentar os locais onde eu trabalhava, promovendo intimidações, perseguições e tentando constranger servidores públicos e minha equipe de trabalho. Em diversos momentos, senti meu direito de ir e vir ameaçado, além de viver situações que colocaram em risco minha integridade física e emocional”, desabafa.
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Outro ponto que chamou atenção de Cavassini, foi o fato que ao assumir outra função no governo os ataques migraram junto a ela. “Ao assumir posteriormente a Secretaria de Saúde, os ataques migraram imediatamente para a nova pasta, mantendo exatamente o mesmo padrão de perseguição, intimidação e violência direcionada à minha figura enquanto mulher em posição pública. Curiosamente, os ataques à antiga secretaria cessaram após minha saída do cargo, evidenciando que o alvo sempre fui eu”, afirma em suas redes sociais.
Agressor teve que ser contido por policiais
Cléu relatou que uma das ocasiões o agressor teve que ser retirado da secretaria por conta do tumulto realizado, mesmo na ausência da mesma. “Ele esteve dentro da sede da Secretaria de Saúde causando tumulto, gravando servidores sem autorização, expondo profissionais e promovendo discussões envolvendo meu nome, mesmo na minha ausência. Diante da gravidade da situação, minha equipe precisou acionar a Polícia Militar”, destaca.
A secretária finalizou agradecendo as forças policiais do município e todo o poder judiciário que esteve a prontidão do caso, e deixou uma mensagem para todas as mulheres que possam estar sofrendo algum tipo de violência.
“Faço este relato não apenas por mim, mas por todas as mulheres que diariamente sofrem algum tipo de violência e muitas vezes silenciam por medo. Denunciem. Não aceitem intimidação. Não normalizem perseguições. Nenhuma mulher deve se sentir sozinha”, finaliza.
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