A safra da tainha 2026 começou oficialmente em Santa Catarina. Na última sexta-feira (01), foi iniciado um dos períodos mais tradicionais do litoral do estado. Logo nos primeiros dias, o mar já deu sinais positivos, com o registro de grandes cardumes e imagens impressionantes.
Além do simbolismo cultural, a pesca mobiliza toda a cadeia econômica e social do litoral catarinense. Neste ano, o início da safra também é marcado por otimismo, impulsionado por condições favoráveis e pela expectativa de maior volume de pescado, mesmo diante de desafios relatados pelo setor, especialmente relacionados à burocracia e às regras da atividade.
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Novidades para 2026 e expectativa do setor
A principal mudança para 2026 está na ampliação de cerca de 20% no limite total de captura em relação aos anos anteriores, com base em avaliações recentes dos estoques da espécie.
A nova portaria federal também mantém a divisão por modalidades, com cotas específicas para pesca artesanal e industrial, incluindo o arrasto de praia, uma das práticas mais tradicionais e relevantes para as comunidades locais.
Apesar do aumento nas cotas e da expectativa de uma safra melhor, lideranças do setor seguem criticando a burocracia e as restrições impostas, como licenças e limites para a pesca artesanal.
Ainda assim, o clima entre os pescadores é de confiança, com projeções de superar os resultados do ano passado e fortalecer ainda mais uma atividade que é símbolo econômico e cultural de Santa Catarina.
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